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O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Cabo de Forcados

 

João Patinhas.tif

 

(…) quando se vulgarizou a pega, o grupo de forcados passou a ser constituído por oito elementos, mantendo-se as características militarizadas (dos antigos alabardeiros da Guarda Real). Ao chefe ou comandante do grupo continuou a chamar-se “cabo”, ao tarje chama-se farda e a “antiguidade dos forcados é respeitada. Durante as cortesias os forcados dão a direita ao cabo, formam por antiguidade e o último elemento que estiver formado à esquerda é o forcado mais novo.

A chefia do grupo deverá ser aceite por todos os elementos e só o cabo é que deve comandar e chamar a si todas as resoluções inerentes à admissão de novos forcados, acordo com empresários e deliberações relacionadas com a actuação do grupo e orientação das pegas.

O cabo não deve faltar no grupo, principalmente nos piores momentos. Só ele é que deve mandar. Ele deverá ser o garante dos valores do forcado amador e da defesa das tradições do seu grupo. Ele deve chamar a si a responsabilidade de tudo o que corra mal no grupo e dar ao grupo a melhor imagem, incutindo no espírito de todos os elementos – forcados actuais e antigos – que o colectivo está sempre por cima e primeiro de qualquer atitude individual.

Se o cabo for colhido ou na impossibilidade de estar presente, toma a chefia o forcado mais velho. Não o forcado que tiver mais idade, mas o mais antigo no grupo.

Contudo, a nomeação de novo cabo não terá a ver com a antiguidade mas com o reconhecimento do grupo pelas qualidades de um dos elementos e aceite pela maioria.

In “40 Anos do Grupo de Forcados Amadores de Évora (1963 – 2003)”

Edição da Associação de Forcados Amadores de Évora – Junho de 2003

Livro 40 Anos do Grupo de Forcados Amadores de Év

 

 

 

 

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