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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Indulto

cobradiezmos.jpg

No toureio a pé, depois de terminar a faena, chega a hora da verdade, a “suerte de matar” – a sorte suprema – que é o culminar da lide e decisiva para atribuir os troféus ao lidador.

Porém, quando o toiro manifestou uma bravura excepcional durante a lide pode acontecer o público pedir o indulto da morte, acenando com lenços. Quando tal acontece em maioria e a faena foi boa, o director da corrida poderá conceder o indulto, fazendo sinal para a arena com um lenço de cor de laranja.

Nas praças de toiros de 1ª. não é muito frequente o indulto porque é utilizado um critério muito exigente.

A actual Praça de Toiros de Sevilha – La Real Maestranza de Caballería – foi construída em 1881 e até Abril de 2016 só teve 3 indultos:

  • 12 de Outubro de 1965 – “Laborioso”, o novilho do marquês de Albaserrada, lidado pelo novilheiro Rafael Astola.
  • 30 de Maio de 2011 – “Arrojado”, o toiro de Núnez del Cuvillo, lidado pelo matador José María Manzanares (José María Dols Samper)
  • 13 de Abril de 2016 – “Cobradiezmos”, toiro de Victorino Martín, lidado pelo matador Manuel Escribano.

Provavelmente o INDULTO é o momento mais emocionante que acontece numa praça de toiros.

Manuel Escribano - 13.04.2016 - Sevilla.jpg

 

 

 

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