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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

Livro “Brinde”

Livro Brinde.png

Em 20 de Novembro de 2020 foi lançado em Évora o livro “Brinde” e cerca de 10 dias depois está praticamente esgotado.

Como autor desejo agradecer aos meus Amigos que tiveram influência nesta publicação em livro de diversas crónicas que já tinham sido divulgadas nos meus blogues Partebilhas e Partebilhas’s .

Assim, agradeço a Manuel Calejo Pires a quem falei no “Brinde” pela primeira vez, solicitando-lhe o especial favor de escrever o Prefácio e onde abordámos a ideia do livro ser editado pela nossa Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Ao Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia e que de imediato apoiou a ideia, colaborando nos diversos detalhes para materializar este nosso projecto de forma a que o livro tivesse o lançamento antes do Natal de 2020.

Ao Simão Nunes Comenda, meu Amigo há mais de 50 anos, que fez uma excelente apresentação pública e virtual deste livro e que recebeu tantos elogios, que não posso deixar de o repetir caso eu ainda consiga publicar o meu décimo livro. Fica já feito o convite.

Aos que se disponibilizaram e conseguiram apoios para a publicação do “Brinde” – Simão Nunes Comenda, José do Rosário Maltez e Nico Mexia de Almeida – sem os quais a edição teria sido muito problemática, o meu obrigado que é também um agradecimento da Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Por fim não quero deixar de endereçar o meu sentido obrigado a Miguel de Melo Breyner, director do Évora Hotel, que disponibilizou todos os recursos para que o lançamento do livro fosse uma realidade e com toda a segurança necessária no contexto complicado do Covid-19.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Tertúlia Tauromáquica Eborense.jpg

 

 

Lançamento do livro "Brinde"

 

CULTURA

Apresentação do livro “Brinde” no Évora Hotel em 20.11.2020, por Simão Nunes Comenda

Brinde -Lançamento em 20.Nov.2020.png

Foi para mim uma honra ser convidado pelo meu amigo Manuel Peralta para fazer a apresentação do seu novo livro “Brinde”.

Foi com prazer que aceitei apesar da consciência que tenho das minhas limitações como orador e da dificuldade de falar duma personalidade impar e multifacetada como é o Manuel!

Fez-se como forcado, bebendo do espírito taurino que se vivia com toda a intensidade nas Escolas de Regentes Agrícolas de Santarém e Évora que frequentou e que eram então o maior alfobre de forcados que existia.

É co-fundador do Grupo de Forcados Amadores de Évora, donde se despediu em 10 de Agosto de 1967, mas não despiu a jaqueta, envergando-a ainda hoje, porque ao longo dos anos tem mantido uma intima ligação à Festa de Touros em geral, mas muito particularmente à apologia  do forcado, a mais portuguesa manifestação da cultura taurina…Mas esta minha afirmação  prova-se primeiro pela sua obra literária já vasta , de que saliento, para além de outros, os livros “PRAÇAS DE TOIROS DE SANTARÉM – Actuações dos Grupos de Forcados no Século XX” e “JOÃO PATINHAS – Um forcado”. São obras de exaltação ao forcado, mas revelam uma nova faceta do seu autor, a sua capacidade de investigação, o seu respeito pela cronologia, a sua busca da verdade e de precisão. E prova-se ainda diariamente, no seu blogue “Partebilhas” onde mantém viva a Festa, o Forcado, a investigação sobre Grupos de Forcados, notícias e argumentação contra anti-taurinos.

Mas atenção, o blogue “Partebilhas” é mais do que isso…nele contactamos com outro Manuel, em que a sua cultura se agiganta noutras áreas, quando escreve sobre períodos ou acontecimentos da nossa História e as relaciona com a época contemporânea.

Ainda há pouco li um oportuno texto sobre a cólera-morbo, que em 1833 assolou o país durante a guerra civil e aprendi, numa sua troca de ideias com um anti-taurino,  que um dos primeiros anti-taurinos foi um cardeal do tempo do Papa Paulo IV – no século dezasseis – que em simultâneo era também, imaginem, o inquisidor-mor!

A cultura taurina tem tido os seus detractores ao longo dos tempos, mas conseguiu sempre reformular-se e renascer das cinzas…nunca foi tão atacada como hoje, atravessa tempos difíceis, mas tem entre os seus defensores um homem como o Manuel Peralta que nos oferece este BRINDE !

É um livro simpático, facilmente manuseável com a capa que homenageia os forcados através de uma foto do Grupo de Forcados de Évora que efectuam um brinde e na contra-capa uma fotografia que é uma homenagem a um grande cabo e um enorme forcado – JOSÉ MARIA CORTES !

Quanto ao seu conteúdo, que tive o gosto de ler atempadamente, é uma colectânea de textos que, ao longo dos anos de 2016 até ao início de 2020 o autor foi publicando no seu blogue “Partebilhas”…e para aguçar o vosso interesse digo-vos que tem textos muito variados, mas onde se pode ver, por exemplo, o enorme respeito do autor pelo cumprimento das regras em todo o espectáculo taurino, começando na elaboração de programas, nas cortesias…chegando a criticar Enrique Ponce por ter toureado vestido de smoking os dois últimos toiros na praça francesa de Ustress em Junho de 2016.

Encontramos também o seu pesar pelo fosso existente entre a classe política portuguesa e a Festa dos Touros, contrapondo o apoio que a Festa espanhola tem da Casa Real e de figuras importantes, como a Presidente da Comunidade de Madrid.

Mas são, no entanto, três os temas mais focados e que passo a citar:

  • Os jantares da Tertúlia Tauromáquica Eborense, mencionando os diferentes convidados – permitindo-me chamar a atenção para o jantar de 6 de Novembro de 2017, em que o convidado foi o matador de touros José Trincheira, que trouxe o velho Alentejo com toda a sua pureza e que é imperativo que se leia.
  • Dá também relevo aos jantares da Tertúlia realizados fora de Évora, como o de Almeirim na Tertúlia de João Simões e o de Montemor em casa deste vosso amigo
  • O Grupo de Forcados Amadores de Évora, o Grupo do seu coração, de que referencia efemérides como a primeira corrida do grupo em 1963 no Redondo, a primeira actuação no Campo Pequeno também em 1963 ou a corrida de São Pedro em 2018 em que se fez homenagem aos fundadores do grupo de Évora.

Ao longo dos seus textos homenageia os amigos que vão desaparecendo, mas que a palavra escrita torna imortais.

O último tema marcante em toda a obra é a consciência que Manuel Peralta foi tendo ao longo destes anos, de como evoluiu o ataque sistemático à Festa dos Touros em todo o mundo taurino. Foi um processo lento, primeiro refere algumas manifestações anti-taurinas no sul de França, depois em 2018 menciona um grupo animalista que ousa manifestar-se em Pamplona no “Sanfermin”, depois o caso da Praça de Toiros de Barcelona e finalmente em Portugal, apontando o caso da Praça da Póvoa de Varzim.

A oposição a todo este processo surge em textos importantes, como a carta aberta ao Município da Póvoa de Varzim em Julho de 2018; a carta aberta a Sérgio Sousa Pinto, então deputado do PS; a falta de cultura da Ministra baseado num texto do jornalista Henrique Monteiro, de Outubro de 2018.

E finalmente a consciência do autor, de que o cerco se aperta quando refere aos animalistas radicais…

Meus Senhores, neste momento tão difícil, que a pandemia ainda veio agravar mais, que bom ter um taurino como o Manuel Peralta, que nos trás memórias, mas que usa a palavra para lutar por aquilo que gosta e sobretudo pela sua liberdade.

Livro Brinde.png

 

 

 

 

Livro "Brinde"

Livro Brinde.jpg

(…) Foi este livro editado em 2020, o tal ano em que o vírus chinês modificou o mundo em três meses e condicionou toda a actividade mundial e muito naturalmente os espectáculos tauromáquicos, afectando economicamente ganaderos, toureiros e todos aqueles que têm a sua actividade profissional relacionada com o toiro de lide.

Tudo mudou. Tal como no passado se ultrapassaram diversas crises, outros problemas e outras pandemias, também desta vez o toiro de lide irá continuar agora e no futuro.

É este livro um pequeníssimo contributo taurino num ano de muitas preocupações tauromáquicas.

Pela Festa Brava!

 

In “Brinde”

Livro editado pela Tertúlia Tauromáquica Eborense em Novembro de 2020

Os Grupos de Forcados Amadores do Ribatejo (2)

Pega de caras..png

Não se sabe exactamente porquê, mas uma vez ou outra aparece alguém que pertenceu ao Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo a invocar datas de antanho da sua Fundação como que a querer dizer que há alguma relação deste Grupo com outros anteriores que não tiveram relevância na tauromaquia e que também não tiveram continuidade.

A presunção é tanta que até alguém resolveu inventar um historial para o Grupo escrevendo na Wikipédia uma listagem de cabos, como se fosse um só Grupo e onde se tivesse verificado a passagem de cabo para cabo, quando se sabe que alguns só fizeram uma corrida… e ao longo das temporadas foram mais os anos em que a inexistência de Grupos de Forcados do Ribatejo foi total.

Claro que na Wikipedia cada um escreve o que quer, não precisando de provar nada.

Mas a prova real dos Grupos de Forcados é nas arenas e são essas provas que servem para se escrever o Historial de qualquer Grupo de Forcados.

Como escreveu e bem Ludgero Mendes nos “Ecos do Burladero”, em 30 de Outubro de 2020, no conceituado Correio do Ribatejo, que com a devida vénia transcrevemos e que cuja leitura recomendamos a quem se interessa por esta arte bem portuguesa de pegar toiros:

“O actual Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo não necessita de remontar os seus primórdios ao ano de 1905 para salientar os seus méritos, individuais e colectivos, pois é em cada actuação que se consagra na arena a glória do grupo e dos seus forcados, e no caso vertente, os “Amadores do Ribatejo” têm dado muita boa conta de si, sendo no presente um dos Grupos mais conceituados”.

Nem mais!

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Os Grupos de Forcados do Ribatejo

8 forcados.jpg

Que uma empresa tenha alguma dificuldade em saber exactamente o historial do Grupo não é de estranhar porque para isso teria que ter dados concretos sobre o assunto. Porém, ao aceitar que num cartaz para a Praça do Cartaxo, o Grupo dos Amadores Ribatejo seja anunciado como fazendo parte de um outro Grupo que no começo do século passado pegou toiros com a mesma denominação, demonstra que não conhece o seu historial e que desconhece também que um Grupo de Forcados Amadores não deve adoptar e invocar uma data da Fundação ilusória.

Com o nome de Amadores do Ribatejo apresentaram-se alguns Grupos de Forcados Amadores que ao longo dos séculos XX e XXI nada têm de comum.

O Grupo de Jayme Godinho que se fundou em 1915 durou pouco tempo – três épocas – e esse mesmo forcado fardou-se no Grupo de Forcados de Santarém, tendo até sido anunciado como cabo quando este Grupo se apresentou em Espanha.

Em 1943 surgiu um outro Grupo com o mesmo nome, chefiado por Francisco Marques Cardoso Jr. e só consta que actuou numa garraiada. Depois em 1946 um outro Grupo do Ribatejo, comandado por António Costa Santos também teve uma rapidíssima presença.

Com actuações de realce e valor apareceu em 1955 um Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo tendo por cabo Francisco Garcês Palha e que actuou até ao ano de 1959.

Em 1961 Armelim Ferreira apresentou-se como cabo de um fugaz Grupo do Ribatejo mas só fez uma corrida na Chamusca. Até que Manuel da Cruz funda um Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo em 1963 que actuou durante duas temporadas. Grupo que teve continuidade em 1965 e 1966 comandado por esse grande aficionado chamado Chinita de Mira

No período de 1969 a 1971 o Grupo foi comandado por J. Parente de Almeida e depois, de 1972 a 1980 por Rui Souto Barreiros, quando novamente Américo Chinita de Mira volta a ser a cabo do Grupo até á temporada de 1982, quando o Grupo foi dado como extinto.

Em 1987, apareceu Luís Suspiro a comandar um Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo, que nada tinha de continuidade com o que terminou em 1982. Somente o mesmo nome: Amadores do Ribatejo.

Porém nesse ano de 1987 foi novamente Rui Souto Barreiros que foi convidado a renovar o Grupo e que se apresenta nas arenas – e bem – até 1992.

Em 1992 e até 1994 foi Sérgio Lopes o cabo e Joaquim Penetra só em 1996 é que recomeça com actuações regulares o actual Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo.

Como se pode verificar e não obstante terem a mesma denominação, foram diferentes e muitos anos sem continuidade os Grupos de Forcados Amadores do Ribatejo.

Parece ser uma presunção a ideia colocada em cartaz do actual Grupo de Forcados Amadores do Ribatejo ter qualquer ligação ao Grupo que Jayme Godinho comandou no início do século passado.

Ideias há muitas e algumas desnecessárias.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

A gosto

Finito de Córdoba 9.10.2020.JPG

Hoje e com toiros de Zalduendo “Finito de Córdoba” lidou e bem dois toiros.

Toureou a gosto.

Como mandam as regras da actual pandemia, foram muito poucos os espectadores que estavam a assistir na Praça e que tiveram o prazer de  aplaudir de pé e a gosto estes momentos de arte.

Como a gosto os milhares de telespectadores do aficionadíssimo Canal Toros viram estas duas belas faenas e o indulto do “Doctor” – assim se chama o toiro que algumas vacas da ganadaria irão conhecer mais de perto – numa tarde de inspiração deste matador catalão, de seu nome Juan Serrano Pineda.

Como nota curiosa e pouco percebível, a atitude do Presidente da Corrida ao ter dado o segundo “aviso” ao matador quando lhe tinha feito sinal para continuar a faena neste toiro…que depois foi indultado.

Uma felicidade ver “Finito de Córdoba” quando toureia a gosto e nos oferece a sua arte de lidar toiros.como aconteceu nesta tarde de Outono em Antequera.

 

A vida a suplantar a morte

Indulto em Sevilha 30.05.2011.png

A tauromaquia é uma arte de carácter universal, referenciada por pintores, músicos, escultores e escritores como Goya, Sorolla, Picasso, Orson Welles, Ramalho Ortigão, Góngora, Quecedo, Mariano Benlliure, Lorca, Alberti, Vargas Llosa, Hemingway, Ortega y Gasset e tantos outros.

Na imagem o registo fotográfico de um momento maior da tauromaquia de Espanha: o sinal, cor de laranja, da concessão do perdão da morte na arena do toiro que foi lidado e demonstrou a bravura suficiente para regressar ao campo.

Um aspecto a que os detractores da corrida de toiros não fazem referência. Um aspecto da vida a suplantar a morte que não deve ser desconhecido, mas sim enaltecido por todos. Momento que demonstra a elevação do conceito dos aficionados tauromáquicos à bravura do toiro.

Os anti-taurinos também não referem que o toiro bravo é o guardião do espaço de mais de 550.000 hectares e que permite a conservação de um dos ecossistemas da Europa, de uma Europa dão degradada pela poluição, pela desertificação e pela erosão, onde presentemente mais de 52 milhões de hectares de terra estão em risco (Diário de Notícias de 29.04.2005).

A imagem aqui exposta  assinala o indulto do toiro “Arrojado” da ganadaria de Núnez  del Cuvillo na Real Maestranza de Caballeria de Sevilla em 30 de Maio de 2011.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

 

“Caldas triunfou a Tauromaquia”

Caldas da Rainha - 15.08.2020.png

(…) teve lugar antes da corrida uma manifestação de aficionados a favor da tauromaquia, que registou alguns milhares de participantes, enquanto, em contra manifestação, se juntou pouco mais de uma vintena de barulhentos anti-taurinos que proclamaram as habituais e estafadas palavras de ordem, ofensivas da cultura portuguesa e dos seus cultores.”

Ludgero Mendes

“Ecos do Burladero”

Correio do Ribatejo de 21.08.2020

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Obs.: Os aficionados coleccionadores de cartazes tauromáquicos podem acrescentar, à mão, que este programa da corrida  realizada nas Caldas da Rainha foi do ano de 2020 e sublinhar que só foram lidados 5 toiros 5 (o que é pouco, nomeadamente neste ano desgraçado pelo “vírus chinês” e quando sobram toiros nas ganadarias portuguesas).

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Grupo de Forcados Amadores de Évora - Fundadores

Emblema do Grupo de Forcados Amadores de Évora.jp

Grupo de Forcados Amadores de Évora

1963 – 2020

57 anos

a promover a Arte de Pegar Toiros e a cidade de Évora

 

FUNDADORES

João António Nunes Patinhas (cabo)                      †

Manuel José Ramos de Figueiredo                          †

Joaquim Manuel Goucha                                          †

João Mário Rosazza Ferraris de Saldanha              †

João Bonneville Franco                                            †

João Adriano Berthelot Cortes

Estevam Maria de Sá Coutinho de Lancastre

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Luís Rui de Sousa Campos Cabral

Francisco José Serra Picão Abreu

Evaristo Manuel Alves Cutileiro

José Eduardo Martinho Colaço

Joaquim Augusto Serrão Fialho                               †

José do Rosário Oleiro Maltez

António Oleiro Maltez                                                †

 

Amália Rodrigues

João Patinhas e Amália-Set 1957.jpg

Hoje, dia 23 de Julho de 2020, faz 100 anos que foi feito o registo oficial de nascimento de Amália, se bem que ela tivesse sempre dito que nasceu em 1 de Julho de 1920.

Sobre Amália Rodrigues já tudo foi dito e escrito e para a generalidade dos portugueses ela terá sido a maior fadista de sempre e a sua voz foi reconhecida como divina nos maiores palcos do mundo.

Para os aficionados ela também foi uma referência importante e assistia com regularidade ao espectáculo português de que tanto gostava.

Na realidade a tourada e o fado sempre estiveram ligados e em geral os retiros onde se canta o fado estão decorados com motivos taurinos e cartazes de toiros.

Nesta foto o forcado João Nunes Patinhas – dos Amadores de Santarém – recebendo de Amália um ramo de flores, depois de ter pegado um dos toiros na inauguração da Praça de Toiros do Montijo em 1 de Setembro de 1957.

Uma foto que é uma relíquia.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

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