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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

Carta aberta a Sérgio Sousa Pinto

Semanário Expresso.png

 

Caro Sr. Sérgio Sousa Pinto

Gostei, muito, do seu artigo “Marrada derradeira”, publicado no semanário Expresso de 14 de Julho de 2018 e que só agora, tardiamente, faço referência, porque o seu escrito deveria ter tido logo direito a “volta a arena” mas fui adiando este meu agradecimento sem motivo justificável.

 Agradeço eu e também outros aficionados o deveriam ter feito, “saído ao quite”, logo a seguir à publicação da “Marrada derradeira” relacionado com a votação no Parlamento sobre a “proibição da tourada” posta á votação por sugestão do Senhor dos Animais que já tendo conseguido a introdução dos cães nos restaurantes queria agora a retirada dos toiros das arenas.

 Portanto quero manifestar o meu apreço pela sua coragem ao escrever e publicar algo sobre a tauromaquia o que já não se vê muito, por os articulistas gostarem de estar ao lado do que parece politicamente correcto.

 Como disse e bem: “As touradas são permitidas. Vai quem quer.”

 Tanto mais que é um espectáculo à porta fechada.

 Mas o que mais admirei no seu texto, foi aquele “remate final” relacionado com os abolicionistas, que vão também, embora fiquem lá fora “como testemunhas de Jeová em crise de zelo” e “A polícia mantém a ordem e assegura a paz e as liberdades públicas. Uns e outros, infinitamente mais civilizados do que os arruaceiros das claques do futebol. É num país assim que vale a pena viver. É este o grande consenso fundamental. Todos cabemos nele.”

 Nem mais!

 Os meus cumprimentos e as melhores saudações taurinas.

 

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Santarém, 12 de Setembro de 2018

Toiro de lide.png

 

Na Pousada dos Loios em 3 de Setembro de 2018

.TTE em 3.09.2018.JPG

Francisco Palha tem estado nesta temporada com a tal força, determinação e valor que leva os aficionados às praças de toiros para o verem tourear à portuguesa e com emoção. A tal agitação no toureio a cavalo reapareceu com este jovem cavaleiro tal como em tempos sucedeu com José Mestre Batista, Luís Miguel da Veiga, José João Zoio, Manuel Jorge de Oliveira, João Moura, António Ribeiro Telles, toureiros que sacudiram a aficion em determinadas épocas e que se destacaram na mui nobre arte de tourear a cavalo.

Francisco Palha está em bom momento com montadas à altura para se apresentar em qualquer praça e com um carisma que é fruto de muito trabalho e dedicação na preparação dos cavalos e da experiencia de 10 anos em Espanha e depois em Portugal.

Francisco Palha parece romper com a aquela imagem dos cavaleiros a lidarem toiros boiantes. Para ele podem sair toiros sérios e quem quiser tourear assim terá que se preparar para isso ou então só serve para compor cartel.

Estas e outras observações foram abordadas no jantar de Setembro de 2018 da Tertúlia Tauromáquica Eborense que se realizou na Pousada dos Loios em Évora onde o Convidado e Honra foi Francisco Palha e que foi acompanhado pelo empresário e apoderado Rafael Vilhais.

Uma bela noite taurina, como são sempre os jantares mensais da Tertúlia Tauromáquica Eborense agora sob a orientação do cuidador Nico Mexia de Almeida.

Na foto: Nico Palha, Francisco Palha, Nico Mexia de Almeida e Rafael Vilhais

 

 

Tauromaquia – cortesias

Cortesias à espanhola-24.08.2018 - Campo Pequeno.

 

Em Portugal a apresentação na arena de todos os intervenientes na tourada chama-se “cortesias” e é um ritual taurino de grande beleza onde os cavaleiros devem fazer os “quartos” para cumprimentarem o público.

Portugal é o último reduto do toureio clássico a cavalo e nas “cortesias” pode-se verificar se os cavaleiros se apresentam aprumados nas selas, dominadores dos cavalos mandando-os mais com as pernas do que as rédeas, porque o perfeito conhecimento da equitação é uma condicionante para quem deseja tourear a cavalo à portuguesa.

A manutenção da actual tourada à portuguesa deve-se, em grande parte, às atitudes do cavaleiro João Branco Núncio, primeiro ao exigir a lide com toiros puros, que permitiu um toureio com mais arte e depois quando em 1945 firmou com a empresa do Campo Pequeno um contrato para quatro corridas nessa época e impôs como principal condição que só participaria nelas se tivesse que alternar com outro cavaleiro profissional e não sozinho como a empresa vinha a fazer em corridas anteriores onde eram lidados dois toiros para cavalo e seis toiros para a lide a pé.

O gesto de João Branco Núncio contrariou o “movimento espanholado” que se esboçava da tentativa a eliminação das cortesias à portuguesa e da não inclusão de forcados.

Mais tarde nos anos sessenta e já durante a responsabilidade de Manuel dos Santos na empresa do Campo Pequeno, também houve a tentativa de se lidarem toiros desembolados a cavalo e sem a intervenção dos forcados no final dessas lides, numa aproximação do “rejoneio” à espanhola e onde era incluído nesses cartazes o andaluz Álvaro Domecq Romero.

Tudo tentativas de se “espanholar” a corrida e que não foram bem aceites pelo público.

Vem isto a propósito de nas “cortesias” da última “Corrida TVI”, os cavaleiros não terem feito os “quartos” e se tal aconteceu deve ter sido por indicação da empresa, porém com a aceitação dos cavaleiros e a autorização do director da corrida.

 Se são “cortesias a despachar” e mais fáceis para os cavaleiros, na realidade não passa de uma descaracterização da corrida de toiros à portuguesa e que não se deveria repetir nas praças de toiros de Portugal e muito menos no Campo Pequeno que é, por enquanto, a Catedral do Toureio a Cavalo.

Há diversas tauromaquias e todas devem ser respeitadas nos seus usos e costumes nos diversos países e regiões.

Esperemos que na próxima corrida que se realizará na Monumental do Campo Pequeno na noite de 6 deste mês de Setembro as cortesias sejam à portuguesa, porque estamos em Portugal.

....

Na foto, captada pelo fotógrafo taurino João Silva, as "cortesias a despachar" que foram apresentadas pela televisão ao país.

 

O regime de excepção

Barrancos.png

As Festas de Nossa Senhora da Conceição realizam-se, como habitualmente, neste mês de Agosto em Barrancos e nos dias 29, 30 e 31 – sempre às 18 horas – os festejos tauromáquicos, neste ano com a presença de matador Morante de la Puebla na tarde do dia 29 e com reses de Parladé.

Na realidade estes festejos não são à portuguesa nem à espanhola, não existe sorte de varas mas, no entanto, é uma festa taurina com mais afinidades a Espanha do que a Portugal, porque as lides são a pé e não a cavalo, há estocadas e não há pegas.

A vila de Barrancos é um caso especial da tauromaquia portuguesa e agora mais esquecida pelas televisões desde que tem um “regime de excepção para a sorte de matar”. A legalidade afastou a notícia.

As manifestações anti-taurinas, mais ou menos anedóticas, que por lá se fizeram durante alguns anos, são em termos jornalísticos semelhantes ao “terceiro segredo de Fátima” que toda a curiosa comunicação social queria saber o conteúdo, muito falado antes e completamente esquecido depois.

Ao ter sido aprovado o “regime de excepção” que consente os “toiros de morte” naquela localidade, ficamos com a dúvida se tal foi bom para Barrancos porque falava-se muito mais das Festas; ia lá mais gente motivada pelas diversas notícias; ganhava o comércio local; traziam-se entretidos os animalistas anti-taurinos, que para fazerem aquelas manifestações sempre tinham que sair de Lisboa, de excursão, e apanhar o bom ar puro do Alentejo e quando regressassem a casa até poderiam parecer mais coradinhos e felizes, sem aquele ar taciturno de quem anda todos os dias debaixo da terra nas viagens de metropolitano e todos juntos poderiam aproveitar para comerem umas tapas, beberem um “tinto de verano” e depois uma “cafezada com churros”…enfim fazerem-se homenzinhos e mulherezinhas aproveitando o cheiro a Feira e não andarem com aquela pesada angústia a pensar que não podem comer presunto por alguém lhes ter dito que uma alimentação à base de alfaces é muito importante para prevenções indigestas. Teorias…por isso têm aquele mau aspecto, um aspecto enfezado e raquítico.

Barrancos perdeu com o tal “regime de excepção” que retirou as rádios e televisões com notícias em directo, o atropelo dos jornalistas, as capas dos jornais, aquela gente que vinha de Lisboa dizer aos barranquenhos o que deviam fazer, os verdes e de outras cores que também apareciam por lá zangados, os do bloco sempre do contra, os do partido dos animais, agora com representação parlamentar e suporte democrático poderiam dizer coisas lá na Assembleia. Toda essa gente que, no caso, estava não ao lado mas contra o povo, mas que dava movimento à terra, com entrevistadores e entrevistados a dizerem coisas sem nexo. Muita gente que com o “regime de excepção” deixou de aparecer…

Para onde foram?

Barrancos - 2018.png

 

 

Antiguidade dos Grupos de Forcados

O conceito de Antiguidade é muito importante na tauromaquia e é essa Antiguidade que deve ser considerada na corrida de toiros à portuguesa quando actua mais do que um Grupo de Forcados, sendo que o Grupo mais antigo apresenta-se nas cortesias à direita e é esse Grupo que deve pegar o primeiro toiro a ser lidado.

A data da Fundação nem sempre corresponde à Antiguidade, porque a Fundação tem a ver com a primeira apresentação de um Grupo em praça e a Antiguidade está relacionada com as actuações sequenciais ao longo dos anos e a passagem de testemunho de cabo para cabo.

Assim, quando um Grupo não teve continuidade por ter parado um ou vários anos, a sua Antiguidade perde-se.

A utilização do mesmo nome de um Grupo de Forcados que teve a mesma denominação em épocas muito anteriores não confere ao Grupo mais moderno a Antiguidade do primeiro.

A Antiguidade de um Grupo de Forcados Amador mantêm-se nas arenas e se houver uma sequência anual, porque é muito diferente pegar ou ver pegar toiros.

É muito interessante constatar que os Grupos de Forcados Amadores mexicanos mantêm também essa tradição portuguesa.

Forcados de Mazatlan-CortesiasÉvora2009.png

 

Na foto os Forcados de Mazatlán, um Grupo que em México honra as tradições portuguesas do forcado amador.

Grupo de Évora - 55 anos apegar toiros

Emblema do Grupo de Forcados Amadores de Évora.jp

 

Grupo de Forcados Amadores de Évora

 

1963 – 2018

 

55 anos

A promover a Arte de Pegar Toiros e a cidade de Évora

 

Corrida da estreia do Grupo na Praça de Toiros do Redondo em 11.08.1963

6 toiros de Manuel Lampreia 6

Estreia do Grupo-Redondo 1963.jpg

                                                     1º toiro                    João Nunes Patinhas

                                                     2º. toiro                   Estevam de Lancastre

                                                     3º. toiro                   Evaristo Cutileiro

                                                     4º. toiro                   Rui Cabral/João de Saldanha (cernelha)

                                                     5º. toiro                   Francisco José Abreu

                                                     6º. toiro                   Manuel Ramos de Figueiredo              

 

 

Uma corrida de Toiros a favor do Hospital Infantil de S. João de Deus

 

 

Emblema do Grupo de Forcados Amadores de Évora.jp

 

 

Grupo de Forcados Amadores de Évora

 1963 – 2018

55 anos

A promover a Arte de Pegar Toiros e a cidade de Évora

Corrida em Montemor-o-Novo a favor do Hospital Infantil de S. João de Deus

5 de Julho de 1964

Primeira corrida que o Grupo pegou 7 toiros

 

1º toiro                                Ganadaria Prudêncio da Silva Santos

                                               Manuel Peralta                                                              

                                               Primeiro ajuda: José Eduardo Colaço

 

2º. toiro                               Ganadaria de Fialho & Irmão                                    

                                               João Nunes Patinhas                                                  

                                               Primeiro ajuda: José Eduardo Colaço

 

3º. toiro                               Ganadaria de Joaquim Murteira Grave

                                               Joaquim Manuel Goucha                                                              

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

 

4º. toiro                               Ganadaria de António Lopes Aleixo

                                               Dom Estevam de Lancastre                                      

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

 

5º. toiro                               Ganadaria de Irmãos Alves

                                               João Cortes / João Saldanha (cernelha)                              

 

6º. toiro                               Ganadaria de Fialho & Irmão

                                               José Oleiro Maltez                                                        

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

 

7º. Toiro                              Ganadaria de Fialho & Irmão                    

                                               Evaristo Cutileito                                                           

                                               Primeiro ajuda: João Bonnevile Franco

-----

Para pegar os 7 toiros fardaram-se os seguintes elementos do Grupo:

João Nunes Patinhas (cabo), Manuel Ramos Figueiredo, Joaquim Manuel Goucha, Dom João Mário de Saldanha, João Bonneville Franco, Dom Estevam de Lancastre, Manuel Peralta, Francisco José Abreu, Evaristo Cutileiro, José Eduardo Colaço, José do Rosário Maltez, António Oleiro Maltez, Isidro Tanganho e José Manuel Faria.

 

Corrida de Homenagem a João Núncio

 

Emblema do Grupo de Forcados Amadores de Évora.jp

 

Grupo de Forcados Amadores de Évora

 

1963 – 2018

 

55 anos

A promover a Arte de Pegar Toiros e a cidade de Évora

 

Corrida de Homenagem aos 50 anos de toureio de João Branco Núncio

20 deSetembro de 1964 - Praça de Toiros de Évora

7 toiros de Dom Diogo Passanha 7

 

1º toiro                                João Nunes Patinhas

                                               Primeiro ajuda: João Bonnevile Franco

2º. toiro                               Evaristo Cutileiro

                                               Primeiro ajuda: João Bonnevile Franco

3º. toiro                               Joaquim Serrão Fialho

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

4º. toiro                               António Oleiro Maltez

                                               Primeiro ajuda: Francisco José Abreu

5º. toiro                               Dom Estevam de Lancastre

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

6º. toiro                               Francisco José Abreu

                                               Primeiro ajuda: João Bonneville Franco

7º. toiro                               João Bonneville Franco

                                               Primeiro ajuda: Francisco José Abreu

TTA..png

 

Os anti-touradas

Toiro de lide.png

 

As atitudes relacionadas com a tauromaquia portuguesa fizeram-se notar ultimamente com cartazes anti-touradas em Lisboa; uma proposta do Partido dos Animais reprovada na Assembleia da República; o anúncio de um Autarca do PSD informando que a Praça de Toiros da Póvoa de Varzim fará neste ano de 2018 as duas últimas corridas de toiros tendo sido apresentada essa proposta animalista na Assembleia Municipal que teve os seguintes resultados: os deputados do CDS votaram contra a proposta, assim como três elementos da bancada do PSD, com os votos favoráveis de PS, CDU, BE, PAN e da restante bancada do PSD.

Assim sendo, ficará a cidade da Póvoa de Varzim com a impossibilidade de ver a comemoração dos 70 anos da sua Praça de Toiros que foi inaugurada em 19 de Junho de 1949. Uma maldade da parte do anti-taurino Aires Pereira que é, por enquanto, o Presidente da Câmara Municipal que parece não entender que a tauromaquia faz parte da cultura tradicional portuguesa.

Mas isto a propósito de um excelente artigo intitulado “Mas, por outro lado” assinado por Miguel Sousa Tavares e publicado no jornal Expresso, onde o articulista, que diz não ser aficionado, se interroga sobre a publicidade anti-taurina “Cultura ou tortura?” e a acção do PAN de querer de repente e por decreto terminar com as corridas de toiros em Portugal. Miguel Sousa Tavares termina o artigo abordando o caso da Universidade de Évora ter resolvido decretar o final das tradicionais garraiadas, para estarem na onda do politicamente correcto e assim “poupar a tortura dos garraios”. Estudantes que vêem certamente que “Évora vai crescendo – feia, sem sentido, sem verde, sem respeito algum por si mesma. Porque não se preocupam antes com isso os estudantes de Évora?”

Boa pergunta para estes estudantes tão preocupados com os garraios ou, provavelmente, por não conseguirem estar à frente deles numa brincadeira taurina que a Academia de Évora teve durante tantos e tantos anos. Mas esses são os tais estudantes que estão em Évora de passagem e que não têm nem nunca tiveram qualquer ligação à cidade ou ao Alentejo. Andam lá mas não são da região nem entendem nada dos hábitos dos alentejanos. Alguns até são estrangeiros, nunca viram um toiro perto de si e andam angustiados. Efeitos da tal tentativa de globalização, que não têm em conta as diferenças regionais.

Mas sem os estudantes politicamente correctos e antitaurinos assumidos, a garraiada realizou-se, sem eles naturalmente, só com os que entendem que esse festejo faz parte das festas académicas.

 

 

 

Miguel Sousa Tavares..png

 

Miguel Sousa Tavares 

 

Época Zero em Santarém

Praça de Santarém.png

A Praça Monumental de Santarém – a maior do país – não deu até este momento nenhuma corrida de toiros nesta época de 2018 e poderá acontecer que no seu historial seja registado zero espectáculos taurinos até ao final do ano, o que seria um caso inédito na capital do Ribatejo.

Claro que os tempos são outros, mas há quem se recorde de muitas corridas com o cunho taurino de Celestino Graça, esse enorme aficionado que foi um dos impulsionadores da construção da Monumental em 1964 e que se manteve no auxílio à Santa Casa da Misericórdia como responsável taurino durante vários anos e sem os benefícios financeiros de qualquer empresário. Outros tempos certamente, mas que deixaram a marca de duas corridas realizadas no mesmo dia em Santarém e na mesma Praça como aconteceu em 23 de Setembro de 1972 e em 9 de Junho de 1973, com corridas à tarde e à noite e enormes enchentes como a da despedida do cabo do Grupo de Santarém – Ricardo Rhodes Sérgio – em 1 de Junho de 1969 e o célebre espectáculo de 4 de Junho de 1972 numa corrida abrilhantada com 20 bandas de música. São só alguns exemplos dos muitos que poderiam ser mencionados.

Para Santarém há que ter imaginação na composição dos cartazes e aproveitar as datas da Feira do Ribatejo em Junho e da Piedade em Outubro.

Li há pouco tempo uma “carta aberta”, escrita pela Senhora D. Maria da Conceição Abreu Alpoim Cabral, à Santa Casa Misericórdia de Santarém e que foi publicada no jornal Correio do Ribatejo em 6 de deste corrente mês de Julho, lamentando a falta de iniciativa taurina neste ano. Concordando com o conteúdo da carta, desejo realçar o seu final:

“Compete, portanto, à Santa Casa da Misericórdia de Santarém, a quem foi deixado este legado de zelar pela praça de toiros, não permitir que situações destas se repitam. Os antepassados que tanto fizeram pela Festa Brava merecem respeito e a Santa Casa tem uma dívida para com eles e para com a cidade promovendo o espectáculo tauromáquico”.

Nem mais!

 

 

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