O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.
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Jorge Mario Pedro Vargas Llosa (1936-2025) – Marquês de Vargas Llosa – peruano, foi escritor, jornalista, político, professor universitário e aficionado taurino. Foi um dos principais escritores da América Latina. Em 2010 ganhou o Prémio Nobel da Literatura na Academia Sueca de Ciências.
Doutorado em Filosofia e Letras pela Universidade de Madrid, autor de diversos livros.
No jantar de Abril de 2025, foi o cavaleiro Paulo Caetano o convidado de honra da Tertúlia Tauromáquica Eborense, neste ano em que completa 45 anos da sua alternativa.
Em reunião de aficionados, é sempre um prazer ouvir Paulo Caetano falar de toiros e cavalos e mais uma vez os aficionados reunidos nesta tertúlia tiveram a oportunidade de trocar opiniões sobre a vida tauromáquica deste notável cavaleiro que iniciou a sua aprendizagem na equitação com os mestres Visconde da Corte e João Diogo Parreira Cano e os primeiros ensinamentos taurinos com António Badajoz.
Paulo Caetano recebeu a alternativa em 15 de Junho de 1980, lidando um toiro da ganadaria Palha na Praça Monumental de Santarém, tendo sido seu padrinho o cavaleiro João José Zoio.
Neste jantar de tertúlia o convidado referiu a generalidade da sua vida de cavaleiro tauromáquico, nomeadamente todo o seu trajeto em Portugal, Espanha e França, tendo tido como apoderados Raul Nascimento e João Simões.
Paulo Caetano além de cavaleiro é também ganadero e coudeleiro e fez detalhadas referências a essas suas actividades.
Esteve também presente a ganadera Dita Moura, esposa do convidado e foi um agradável jantar de tertúlia na Pousada dos Loios.
Manuel Peralta Godinho e Cunha
Abril de 2025
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Na fotografia: Dita Moura, Nico Mexia de Almeida (cuidador da Tertúlia) e Paulo Caetano.
José Falcão foi o primeiro matador português a morrer na arena. Tendo sido promissor novilheiro da escola de Coruche – dos irmãos António e Manuel Badajoz no começo dos anos 60 – este toureiro natural de Vila Franca de Xira, apresentou-se pela primeira vez vestido de “luces” em Maio de 1962 na praça do Montijo e uns dias depois na praça de Évora e, nessas duas novilhadas, alternando com Óscar Rosmano.
Com o serviço militar pelo meio, com muitos novilhos toureados em 1966 José Falcão seguiu para Salamanca, lida em Espanha, França e Portugal. Em 23 de Junho de 1968 recebeu a alternativa em Badajoz, com Paco Camino e Paquirri. Em 27 de Julho de 1969 confirma a alternativa em Madrid com Vicente Punzón e García Higares.
Toureiro valoroso e muito valente, sofreu diversas colhidas e inúmeros triunfos em praças de Espanha, França, América e Portugal. Foi matador de toiros durante sete anos.
Em 11 de Agosto de 1974, na Praça de Barcelona foi colhido mortalmente pelo toiro “Cuchareto” com ferro de Hoyo de la Gitana, pertencente a Fernando Pérez Tabernero.