O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.
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“Praças de Toiros de Santarém” editado pela Santa Casa da Misericórdia de Santarém, em Setembro de 2000; “Os Forcados nos Concursos deGanadarias d’Évora” editado pela Tertúlia Tauromáquica Eborense em Novembro de 2005, mas com uma segunda edição em Novembro de 2025, o que é um caso único, um livro de tema tauromáquico ter mais uma edição exactamente 20 anos depois, num país de escasso interesse em literatura taurina.
O objectivo da publicação destes livros não é comercial e o resultado líquido das vendas destinam-se a fins de beneficência.
Nas “Palavras Prévias” de Nico Mexia de Almeida – cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense – sobre a segunda edição do livro “Os Forcadosnos Concursos de Ganadarias d’Évora” a seguinte observação:
“A notícia e também o detalhe fotográfico, fino e pormenorizado dos intervenientes durante essas temporadas – mais de quatro décadas – em que se realizaram, ano após ano, os “Concursos” são o testemunho comprovado da entrega, do pundonor, da valentia dos seus protagonistas, cavaleiros, moços de forcado, bandarilheiros e campinos.”
A tauromaquia portuguesa precisa de mais autores interessados na sua divulgação.
Outros excelentes forcados amadores deveriam ter também as suas biografias publicadas, mas infelizmente ainda tal não aconteceu.
Infelizmente este é o único livro publicado sobre um forcado. Outros forcados célebres deveriam ter cronistas que se interessassem em deixar escrito livros para memória futura.
Mas em Portugal os autores taurinos são escassos, algumas livrarias têm receio dos anti-taurinos e não expõem livros de teor tauromáquico e os aficionados compradores deste tipo de literatura também são raros.
Primeira edição em Novembro de 2008 da Associação de Forcados Amadores de Évora e uma segunda edição em Maio de 2009.
Os direitos de autor foram oferecidos para uma instituição de beneficência.
Na corrida de toiros à portuguesa o jogo de cabrestos deve ser composto por sete bois. Não tanto para auxiliar a recolha do toiro que foi lidado, mas principalmente para encabrestar o toiro quando da pega de cernelha.
Do livro "À Barbela!"
Editado pela Associação de Forcados Amadores de Évora (2013)
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Na fotografia: Cernelha de Rui Cabral e António Maltez - Grupo de Forcados Amadores de Évora - na Praça de Vila Viçosa, a um toiro de Ernesto Castro (Setembro de 1963)
Consta que o primeiro festival tauromáquico realizado na Cidade do México terá sido em 1529, numa celebração oficial para comemorar o aniversário da tomada de Tenochtitlán.
Porém, há registos anteriores de outras actividades taurinas antes dessa data, mas informais. Assim, é considerada como oficial a data de 13 de Agosto de 1529 e que as autoridades teriam ordenado a realização de corridas de toiros “de aqui em diante” nessa data festiva.
O que se verifica ultimamente na Cidade do México, com a proibição da tauromaquia na Praça México – a maior do mundo – que detém um passado taurino importantíssimo, demonstra simplesmente a prepotência de alguns contra a cultura e tradições de um povo.
Mas um dia, mais próximo do que longe, as corridas de toiros voltarão à Praça México com um enorme OLÉ no início do “paseíllo”.
Com o encerramento das praças de toiros no norte do país e a falta das transmissões televisivas o interesse em espectáculos tauromáquicos vai-se perdendo nessas regiões.
É reconhecido que os Grupos de Forcados Amadores são, presentemente, os fomentadores da afición em Portugal. No centro do país, em Coimbra, há dois Grupos de Forcados e são o baluarte da defesa da tauromaquia naquela região.
Coimbra não tem praça de toiros e os empresários do sul do país deveriam ter isso em atenção e incluírem esses Grupos na programação dos seus cartazes taurinos.
O primeiro jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense de 2026, realizou-se como é habitual na Pousada dos Loios tendo sido convidado de honra Joaquín Domínguez ,o conhecido taurino espanhol que gere cerca de 20 praças de toiros na Extremadura, tem 42 anos de actividade empresarial e espera organizar este ano cerca de 140 festejos.
Joaquín Dominguez esteve acompanhado pelo seu colaborador Juan Carlos, deram informações sobre a próxima temporada de 2026 e responderam a diversas questões colocadas pelos tertulianos.
Ao convidado foram entregues lembranças da Tertúlia Eborense.