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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Época Zero em Santarém

Praça de Santarém.png

A Praça Monumental de Santarém – a maior do país – não deu até este momento nenhuma corrida de toiros nesta época de 2018 e poderá acontecer que no seu historial seja registado zero espectáculos taurinos até ao final do ano, o que seria um caso inédito na capital do Ribatejo.

Claro que os tempos são outros, mas há quem se recorde de muitas corridas com o cunho taurino de Celestino Graça, esse enorme aficionado que foi um dos impulsionadores da construção da Monumental em 1964 e que se manteve no auxílio à Santa Casa da Misericórdia como responsável taurino durante vários anos e sem os benefícios financeiros de qualquer empresário. Outros tempos certamente, mas que deixaram a marca de duas corridas realizadas no mesmo dia em Santarém e na mesma Praça como aconteceu em 23 de Setembro de 1972 e em 9 de Junho de 1973, com corridas à tarde e à noite e enormes enchentes como a da despedida do cabo do Grupo de Santarém – Ricardo Rhodes Sérgio – em 1 de Junho de 1969 e o célebre espectáculo de 4 de Junho de 1972 numa corrida abrilhantada com 20 bandas de música. São só alguns exemplos dos muitos que poderiam ser mencionados.

Para Santarém há que ter imaginação na composição dos cartazes e aproveitar as datas da Feira do Ribatejo em Junho e da Piedade em Outubro.

Li há pouco tempo uma “carta aberta”, escrita pela Senhora D. Maria da Conceição Abreu Alpoim Cabral, à Santa Casa Misericórdia de Santarém e que foi publicada no jornal Correio do Ribatejo em 6 de deste corrente mês de Julho, lamentando a falta de iniciativa taurina neste ano. Concordando com o conteúdo da carta, desejo realçar o seu final:

“Compete, portanto, à Santa Casa da Misericórdia de Santarém, a quem foi deixado este legado de zelar pela praça de toiros, não permitir que situações destas se repitam. Os antepassados que tanto fizeram pela Festa Brava merecem respeito e a Santa Casa tem uma dívida para com eles e para com a cidade promovendo o espectáculo tauromáquico”.

Nem mais!

 

 

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