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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Atribuição do Prémio da T.T.Eborense

Ferro e divisa Murteira Grave.png

No jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense, que se realizou na noite de 2 de Dezembro na Pousada dos Loios, foi atribuído à Ganadaria Murteira Grave o prémio correspondente ao motivo taurino de maior interesse na temporada de 2019 na Arena d’Évora.

Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia, apresentou uma cuidadosa listagem de aspectos taurinos relacionados com todas as corridas desta temporada, que foram analisados pelos elementos presentes tendo chegado a acordo e por maioria que o prémio deverá ser atribuído à ganadaria que este ano comemorou o 75º aniversário e por ter apresentado no último Concurso de Ganadarias de Évora o toiro “Gravato” que foi considerado o mais bravo de uma corrida onde a bravura se destacou em 4 dos 6 toiros corridos mas com destaque para o de Murteira Grave.

Foi como habitualmente um jantar de aficionados, de verdadeira tertúlia, que decorreu muito bem e com a satisfação de ter sido analisada a boa temporada de 2019 em Évora da responsabilidade de uma empresa interessada em posicionar bem alto a tauromaquia portuguesa nesta Praça alentejana.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

 

Uma revista taurina – Novo Burladero

Burladero - Agosto 2019.jpg

Em Portugal e presentemente só é existe uma revista taurina mensal e com regularidade há muitos anos e tal só é possível graças há persistência de um aficionado de “primeira água” que se chama João Queiroz.

Destaco algumas frases da revista nº. 365, de Agosto de 2019:

“A nossa Festa é, cada vez mais, uma festinha de famílias, amigos e…conveniências.” – João Queiroz – Burladero do Director

“O touro bravo não é, necessariamente, sinónimo de touro bom. Por vezes estão situados nos antípodas. Depende do prisma por onde se olha.” – David Leandro – Tertúlia “NB”

“A epifania de Tomás revelou-se à cidade de Granada e ao mundo, a todo o universo, Urbi et Orbi.” – Bernardo Patinhas – Crónicas do Burladero

“ A realidade de Santarém demonstrou que a maioria dos nossos empresários não são competentes.” – Luís Toucinho – Os picotazos de…

“ Por fim, saiu um toiro que investiu no toureio a pé, notando-se a alegria do público com tal facto. Pena que o toureiro não tivesse executado o toureio que as nobres e codiciosas investidas do toiro pediam.” – José Paulo Lima – Angra do Heroísmo

“É famoso no mundo das artes. Pintor e desenhador que tem obra vasta e meritória em temas ligados ao campo. Os toiros e principalmente os cavalos Lusitanos, preenchem a maioria dos seus óleos, aguarelas e desenhos magníficos. O seu nome é bem conhecido, é José Serrão de Faria.” – António José Zuzarte – Recordações a Preto e Branco

“O cabo João Pedro Oliveira apenas concretizou à quinta” – Catarina Bexiga – Évora

E é sobre esta crónica da corrida de São Pedro de 2019 em Évora, onde Catarina Bexiga descreve com cuidado e bem as actuações dos cavaleiros João Moura Jr., Francisco Palha e António Prates e a boa presença dos toiros enviados pelo ganadero Joaquim Grave, que poderia ter ser acrescentado, no que diz respeito à pega no 5º. toiro – um “cinqueño” com 635 Kg. – que o cabo reservou para si não obstante ser o toiro mais poderoso e que aparentava ter maiores problemas para a pega de caras e que tendo sido pegado “apenas à quinta tentativa”, João Pedro Nunes Oliveira deu volta à arena e teve uma chamada especial ao centro e escutado “apenas” a maior ovação da corrida. Isto quando o seu Grupo de Évora aceitou uma “encerrona” de 6 Graves 6, quando uma grande parte dos Grupos pegam só dois toiros por corrida. Só essa “encerrona” merecia uma chamada de atenção especial na respectiva crónica. Porque quando um Grupo de Forcados Amadores se dispõe a pegar 6 ou mais toiros numa só corrida deve ter o respeito e menção especial por parte da comunicação taurina.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Guga Oliveira-29.Jun.2019.png

 

 

Carta aberta a João Pedro Nunes Oliveira

Guga Oliveira-29.06.2019.png

Meu Caro Guga

A tradicional Corrida de S. Pedro teve dois triunfadores. O primeiro o curro apresentado da ganadaria do Dr. Joaquim Grave, que naturalmente foi importantíssimo para o êxito do espectáculo. E o êxito de uma ganadaria é sempre um motivo de satisfação, nomeadamente quando esse sucesso tem a ver com a seriedade do curro apresentado que, apesar de desigual, correspondeu à expectativa da maioria do público que encheu a Praça.

O segundo triunfador foi o nosso Grupo de Évora e ainda hoje – uns dias depois da corrida – quem passar nas imediações da Arena d’Évora poderá “ouvir” os ecos dos aplausos do público em pé e que exigiu no centro da arena um forcado que fez cinco enormes tentativas ao quinto e enorme toiro de Murteira Grave. E o público de Évora que sabe fazer silêncio durante o cite na pega de caras – em sinal de respeito pelo forcado – respondeu com uma ovação de luxo e retribuiu demoradamente com a única compensação a um forcado amador: os aplausos.

Esse forcado foste tu, meu caro Guga, que mais uma vez demonstraste porque és o cabo do nosso Grupo.

Há momentos importantíssimos em que um cabo de forcados deve evidenciar em Praça o que é ser o símbolo do Grupo a que pertence e quando – no centro da arena – agradeceste essa imensa ovação recordei uma outra atitude de enorme valentia e pundonor quando, na mesma arena em 1993 decorriam as comemorações do 30º aniversário dos Amadores de Évora, o teu Pai, então cabo do Grupo, emendou João Nunes Patinhas que tinha ido para a enfermaria quando tentou pegar o primeiro toiro dessa celebre corrida.

São momentos como estes que enaltecem a tauromaquia portuguesa e inesquecíveis no historial do Grupo de Forcados Amadores de Évora.

Nesta corrida de 29 de Junho de 2019 o momento mais alto e que correspondeu a prolongada ovação foi, sem dúvida a tua pega, com as cinco tentativas, só possíveis a quem teve a coragem e o saber de se colocar serenamente em frente desse toiro “cinqueño” com 635 Kg. da respeitável ganadaria Murteira Grave.

Estão os Amadores de Évora a atravessar um bom momento reflectido também nos forcados que nessa tarde pegaram de caras: Gonçalo Pires (1ª); José Maria Caeiro (1ª); Miguel Direito (2ª.); António Torres Alves (1ª) e Ricardo Sousa (1ª).

Claro que também houve momentos de valor no toureio a cavalo, nomeadamente João Moura Jr, mas também de Francisco Palha e António Prates que quiseram corresponder à responsabilidade de lidar “graves” na Arena d’Évora.

Foi uma corrida séria que contrasta com muitas outras com “toiros boiantes”.

Para ti, meu Caro Guga, um forte abraço extensivo ao Grupo e um pedido que te faço e que penso que é também o desejo de muitos aficionados: uma cernelha na próxima “encerrona” dos Amadores de Évora.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Santarém, 2 de Julho de 2019

 

Escutar o silêncio

Francisco Tadeu Garcia - 25.09.2009-Toiro de Alcur

 

Há quem diga que foi em Évora que se instituiu o silêncio durante o cite na pega de caras.

Na verdade e desde sempre a pega de caras é vista com respeito do público da Praça de Évora que guarda silêncio durante o cite, um momento tão grande num tempo tão curto.

Noutras Praças começou a notar-se essa prática e o Campo Pequeno passou também a dar o exemplo e a “escutar o silêncio” o que não acontecia noutros tempos.

O momento do cite na pega de caras está para os portugueses como a estocada está para os espanhóis e se for bem feito resulta. Se não, há um clamor geral e perigo acrescentado.

Não é por sorte que um homem fica na cara de um toiro para o pegar de caras e, para tal, o cite deverá ter a trilogia: parar, mandar e templar. Quando assim é, o forcado conseguiu momentos de toureio.

Quando a expectativa é grande e o risco enorme, só o silêncio realça o respeito por quem está serenamente em frente de um toiro e isso com naturalidade acontece nas terras lusas, onde a cultura ancestral guarda a mais portuguesa manifestação taurina: a pega!

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Francisco Tadeu Garcia-- 2009- Toiro de Alcurrucé

 

 

--Nas fotos de Maria Filomana Maltez o cite e a poderosa pega de Francisco Tadeu Garcia ao toiro da ganadaria de Alcurrucén que abriu praça na Arena d’Évora em 25 de Setembro de 2009 - Grupo de Forcados Amadores de Évora.

 

 

Corrida de São Pedro – Évora – 2018

Pega de Diniz Caeiro - 29.06.2018.JPG

Com 6 toiros da ganadaria de Canas Vigouroux realizou-se na noite de 29 de Junho de 2018 a tradicional Corrida de São Pedro na Arena d’Évora.

Casa cheia, o que é sempre bonito em qualquer Praça de Toiros.

Lidaram a cavalo Rui Fernandes e Diego Ventura com mestria e valor.

Uma bela lide e digna de registo de António Prates no seu primeiro toiro, terceiro da ordem. Lide que o jovem cavaleiro não irá esquecer. Pena não se poder recrear também no último toiro, um manso encastado que não quis correr, que complicou a lide e que retirou ao cavaleiro a hipótese de êxito completo.

Também será recordada a valorosa prestação do Grupo de Forcados Amadores de Évora frente aos seis toiros, com poder, de Canas Vigouroux, nesta corrida tão importante do calendário taurino de Évora.

Fez-se o habitual silêncio durante os cites nas pegas. O tal silêncio que o público eborense sabe demonstrar num respeito ao forcado amador.

Pegaram de caras  – e bem – João Madeira (1ª), Gonçalo Pires (3ª), Diniz Caeiro (1ª), António Torres (1º), João Pedro Nunes Oliveira (2ª. ) e Ricardo Sousa (1ª).

Em cima um excelente momento da pega de Diniz Caeiro, bem ajudado e muito bem rabejado por João Madeira. É assim mesmo, entrada rápida e eficiente do rabejador, o que está aqui demonstrado na bela foto de consagrado fotógrafo taurino João Silva.

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Quiseram os Amadores de Évora homenagear os fundadores do Grupo. que foram à arena – 55 anos depois – sendo muito aplaudidos pelo público que encheu a Praça.

Na foto: O cabo do Grupo João Pedro Nunes Oliveira e oito dos elementos fundadores: João Bonneville Franco, João Berthelot Cortes, Dom Estevam de Lancastre, Manuel Peralta, Francisco José Abreu, Evaristo Cutileiro, José do Rosário Maltez e Luís Rui Cabral.

Fundadores do Grupo de Évora ~29.06.2018.png

 

Cartazes de toiros

Cartaz de 1900.jpg

Para alguns aficionados os cartazes das corridas têm uma importância acrescida. Quer dizer, servem naturalmente para dar a informação da data e hora da realização do espectáculo, da ganadaria ou ganadarias a apresentar, dos nomes dos toureiros, do grupo de forcados, etc., mas também para guardar como recordação. Alguns têm autênticas colecções e com anotações curiosas sobre cada cartaz.

Também os intervenientes das corridas gostam de guardar os cartazes que muitas vezes são emoldurados e ficam patentes como recordações extremamente importantes e sendo relíquias de família.

Ora, na óptica do coleccionador, uma das principais informações que o cartaz deve ter é a data da corrida e essa é procurada um primeiro lugar quando alguém interessado olha para um cartaz que está exposto em casa, numa tertúlia ou num museu taurino.

Aqui podemos observar um cartaz da Praça de Setúbal e verificar facilmente que é do ano de 1900.

Tal não acontece no segundo cartaz aqui exposto e relacionado com a corrida que se realizou no passado dia 29 de Outubro na Arena d’Évora. Na verdade o ano não está visível. Para a empresa isso não foi importante.

Quem trabalha com assuntos relacionados com a tauromaquia deveria ter em atenção este pormenor da data do espectáculo, porque não é a mesma coisa anunciar uma corrida de toiros ou uma promoção semanal de qualquer produto num supermercado.

Admitindo que a gráfica não tenha essa sensibilidade e não entenda nada do assunto, a empresa deveria ter esse cuidado. Não só cuidado de divulgar o festejo taurino com fins comerciais mas também de preservar a sua memória.

 

Cartaz ArenaEvora.jpg

 

 

 

Tentativas

Quando na pega de caras o forcado faz as tentativas necessárias para pegar o toiro há uma demonstração da alma portuguesa, da garra, da determinação das gentes lusitanas que não viram a cara às dificuldades.

Quem se coloca sereno em frente de um toiro para o pegar de caras recebendo simplesmente um sorriso de mulher, demonstra a grandiosidade do coração de um povo.

Povo de Portugal que assiste ao cite na pega de caras em silêncio – o silêncio de respeito. O respeito ao forcado. O respeito à manifestação mais portuguesa de toda a tauromaquia: a pega.

 

 

J.M.Passanha-4 tentativa-29.10.2017.png

José Maria Passanha, do Grupo de Forcados Amadores de Évora, na 4ª. tentativa da pega de caras ao toiro da ganadaria de São Torcato lidado em quarto lugar na Arena d’Évora em 29 de Outubro de 2017

 

 

Bela pega!

Evora 9.09.2017.jpg

Com toiros das ganadarias de São Marcos e Falé Filipe realizou-se a nocturna de 9 de Setembro de 2017 na Arena d’Évora. Toiros que não saíram fáceis nem boiantes para os cavaleiros João Moura, Luís Rouxinol e Manuel Telles Bastos que se viram confrontados com ferragem deficiente que dificultou a colocação dos ferros.

Os cavaleiros sentiram alguma dificuldade na lide dos toiros mas, não obstante os toques das montadas, todos ouviram música amavelmente distribuída pelo Sr. Agostinho Borges, Director da Corrida, que certamente não a considerou como prémio aos artistas mas sim um alegre complemento do espectáculo.

Haja música!

Toiros duros que não foram fáceis para os cavaleiros e forcados e saímos da Praça com a grata recordação da vistosa pega de João Fortunato – cabo dos Amadores de São Manços – que durante o cite marcou os tempos do toureio tão bem definidos por Juan Belmonte: PARAR, MANDAR e TEMPLAR e que realizou uma valorosa pega à primeira tentativa, num toiro que o forcado não conseguiu tapar bem a cara quando se fechou, que se defendeu com força até às tábuas e que foi rabejado atempadamente e bem por Paulo Gomes, como se pode verificar na imagem bem oportuna do fotógrafo João Silva. Na pega de caras o rabejador pode evitar o pior, como foi o caso, permitindo aos ajudas fechar e concretizar a pega. Uma bela pega!

Depois recordámos as três pegas ao primeiro toiro realizadas por João Madeira, que só contou a última, quando o Grupo de Évora conseguiu ajudar. Porque da parte de João Madeira foi tudo feito e bem. Tal como do jovem Miguel Direito, ao quinto da ordem, que também esteve bem em frente do toiro e que realizou a pega à terceira tentativa por situações idênticas.

Gostámos do silêncio que se sentiu durante os cites nas seis pegas. Silêncio que demonstra o respeito que o público de Évora tem pelo forcado amador.

Pena a Arena d’Évora não ter estado esgotada, não por falta da aficion desta cidade mas sim pelos elevados preços dos bilhetes. Foi uma boa e agradavel noite taurina.

A Empresa Toiros e Tauromaquia já anunciou uma próxima corrida para 29 deste mês de Setembro com a informação que é "o maior curro da temporada". Aproveitamos para recomendar que se nessa noite tiver que ser substituído algum dos toiros a Empresa deverá fazer o favor de informar de quem é a ganadaria, o peso e a idade do toiro, coisa que não aconteceu desta vez. É uma questão de respeito pelo público e pelo ganadero e que não se deve perder.

Aguardamos.

Pega de João Fortunato-S.Manços-9.09.2017.png

 

Na bela foto do fotógrafo João Silva à pega do 4º toro da ordem, cheio de força e poder para derrotar próximo das tábuas e pegado pelo cabo João Fortunato, pode verificar-se a intervenção oportuna do rabejador Paulo Gomes e a correcta colocação dos ajudas, três de cada lado, do Grupo de Forcados Amadores de São Manços.

 

 

A última de Évora - depois das 5 da tarde

Arena d'Évora - José Maria Menéres-Out.2016.jpg

Mais uma vez a tauromaquia ao lado dos que mais precisam, com a Corrida de encerramento da temporada de 2016 na Arena d’Évora em benefício da Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Distrito de Évora.

Os toiros de Veiga Teixeira cumpriram com realce para os dois últimos.

Com cerca de três quartos de bilheteira, o público assistiu à actuação de 6 cavaleiros com destaque para o veteraníssimo António Ribeiro Telles que foi o que esteve melhor, com um belo triunfo na lide do primeiro toiro.

Face à dureza dos toiros, o pundonor do Grupo de Forcados Amadores de Évora comandado por António Vaz Freire Alfacinha com belas pegas de caras, tendo ficado na memória de todos a pega duríssima de João Madeira – à terceira tentativa – ao quarto toiro da ordem com 535 Kg. e que foi lidado pelo cavaleiro Brito Paes.

O ganadero, que já tinha triunfado no último Concurso de Ganadarias, foi chamado à arena após a lide do quinto toiro e deu volta de agradecimento com o forcado João Pedro Nunes Oliveira.

Bela Tarde de Toiros à portuguesa para encerramento de época na Arena d’Évora.

Nota baixa para Agostinho Borges que só se apresentou no seu lugar de Director da Corrida vários minutos depois da hora prevista para o início da Corrida.

E esta deveria ter começado às cinco em ponto da tarde!

 

 

Na foto o forcado José Maria Menéres, excelente primeiro-ajuda, que se despediu nessa tarde.

 

 

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