O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.
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Nesta foto de 11 de Outubro de 1942, na Praça de Toiros de Santarém, onde se reconhecem os forcados Dom Fernando de Mascarenhas, Joaquim Abreu, José Abreu Alpoim, Francisco Estevam Torcato, António Paim dos Reis, António Mariano de Carvalho, Gabriel Barata, António Gomes de Abreu (cabo) e Ricardo Rhodes Sérgio, ouvindo, durante o intervalo, uma “marcha” que o maestro Manoel Canhão compôs em homenagem ao Grupo de Forcados Amadores de Santarém.
Em 25 de Junho de 2022, na Arena d’Évora, o Grupo de Forcados Amadores de Évora, comandado por João Pedro Nunes Oliveira, também ouviu e em sua honra, durante o intervalo da corrida, um “pasodoble” da autoria do maestro Luís Massano, executado pela Banda Municipal Mouranense.
Gostei da Corrida de Toiros que se realizou ontem na Arena d’Évora, de Homenagem Póstuma ao antigo Cabo do grupo de Forcados Amadores de Évora João Pedro Oliveira.
Gostei de ver tantos e bons Amigos – antigos e actuais forcados – fardados nesta Corrida tão cheia de emoção e saudade.
Gostei dos toiros de Francisco Romão Tenório, bem apresentados e a cumprir, com excepção do quinto.
Gostei da actuação de Marcos Bastinhas no quarto toiro.
Gostei do Miguel Moura, não obstante de lhe ter saído o pior toiro – o quinto (…e ainda há quem diga que não há quinto mau).
Gostei muito de Guillermo Hermoso, que em Portugal toureia a cavalo como deve ser: À portuguesa e sem os rojões de castigo!
Gostei de ver o João Pedro Nunes de Oliveira – o meu querido Amigo “Guga” – a abrir a corrida, numa pega valorosa.
Gostei de ver a boa actuação do Grupo frente a toiros com quase 6 anos, sérios, com força e bem apresentados.
Gostei do silêncio durante os cites nas pegas de caras.
Gostei muito de ouvir a Banda Municipal Mouranense, nomeadamente quando tocou, durante o intervalo, um pasodoble destinado aos Amadores de Évora, da autoria do maestro Luís Massano, com todo o Grupo na arena.
Faltou, antes das cortesias, a Banda ter tocado os acordes do Hino da Maria da Fonte que é uma tradição nas Praças de Toiros de Portugal e que deve ser mantida.
Corrida de muitas emoções para o “meu” Grupo de Évora, no dia que faleceu um dos seus fundadores: EVARISTO MANUEL ALVES CUTILEIRO. Paz à sua Alma.