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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Zeca Pereira

TTE - Outubro 2016.jpg

José Jorge Pereira, que foi aluno do Instituto dos Pupilos do Exército, militar de carreira e empresário de sucesso, é um enorme aficionado, conhecido nos meios taurinos como ZECA PEREIRA.

Antigo forcado amador, foi o único que se fardou sucessivamente – e sempre com grande dignidade – nos Grupos de Montemor, Lisboa e Santarém. Aí angariou grandes amizades que se têm prolongado na sua vida.

É sempre reconhecida a sua presença nas praças de toiros e é com agrado que os aficionados o encontram em diversas reuniões taurinas, sempre defendendo a tauromaquia e preocupado com a verdade na Festa.

Pertence à Tertúlia Tauromáquica Eborense e o jantar mensal foi realizado ontem, segunda-feira 3 de Outubro de 2016, na sua casa em São Manços. Jantar onde estavam cerca de 50 convidados, não só os elementos desta Tertúlia mas também alguns dos seus amigos pessoais.

Assim, foi uma noite muito agradável com a presença de Rui Casqueiro – presidente da Direção da Tertúlia Festa Brava, da Azambuja, que fez uma detalhada informação sobre a formação da Associação das Tertúlias Tauromáquicas de Portugal.

Houve diversas intervenções e troca de ideias dos aficionados presentes neste excelente jantar taurino, com destaque para António Mexia de Almeida,Simão Nunes Comenda, Luís Miguel da Veiga, Manuel Jorge de Oliveira, David Leandro, Bernardo Salgueiro Patinhas e Marcos Lopes.

 

Pupilos do Exército.jpg

 

 

Crónica de Bernardo Patinhas

NB - Set.2016.jpg

A monotonia que se nota em muitas lides no toureio, a cavalo e a pé, pode ser muito interessante para os puristas, para aqueles que o tourear só tem um sentido, para aqueles que não admitem a inovação, para os clássicos fundamentalistas que raramente aplaudem as lides e que têm um conceito de toureio muito compartimentado.

Mas a Festa só continuará se as praças estiverem cheias. Só assim os empresários poderão pagar aos ganaderos, aos toureiros e aos outros taurinos que permitem a realização do espectáculo.

Gostei da crónica “A Festa vive” de Bernardo Patinhas na revista Novo Burladero deste mês de Setembro, principalmente quando refere à motivação do público, começando com a juventude:

 

“(…) A tauromaquia está mais uma vez a mudar. Devemos então aproveitar este movimento e mostrar aos empresários que queremos coisas novas, queremos romper a monotonia e demonstrar que esta competição funciona como incentivo para os toureiros, quer sejam a pé ou a cavalo, como que uma motivação para quem quer ser alguém nesta difícil escolha de vida. (…) As conclusões a tirar são clarividentes. Primeiro o mal-afamado toureio rejoneo, para uns circo, para outros, exibição equestre, para outros ainda, carrossel…esgota, interessa e leva todos à praças de touros. Haverá então qualquer coisa de errado, ou na cultura taurina ou no próprio toureio.”

 

Recomendo a leitura completa desta Crónica de Burladero. Vale a pena fazer uma reflexão sobre a Festa Brava porque, como diz o Autor, “o Toureio não é português, espanhol ou francês…o Toureio é universal, é linguagem sem vocabulário.”

Também para mim, meu caro Bernardo!

 

 

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