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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Santarém ressuscitada

Cartaz Santarém - 2019.jpg

2018 terá sido o “annus horribilis” da Praça de Santarém, o ano em que a Monumental se manteve encerrada, triste, desprezada, voltada para o encerramento, isto numa cidade que tem muitos e bons aficionados e o grupo de forcados amador mais antigo e um dos mais prestigiados do mundo.

Eis se não quando, em 2019 e quase como por artes mágicas, surge a “Praça Maior - Cultura e Identidade”, gente que sabe o que quer fazer, renova a Praça, dá-lhe estatuto, cria os abonos, programa a época…e aí está a Praça de Santarém, a maior de Portugal a desempenhar as funções para que foi criada: as corridas de toiros.

Santarém reabriu e bem, com cerca de 9.000 espectadores. Lindo de se ver.

De tal forma, que até os animalistas apareceram a Santarém, habituados a gritar nas imediações do Campo Pequeno, desta vez combinaram-se e em excursão vieram até ao Ribatejo apanhar os ares do planalto de Santarém. Que bem que el@s gritavam, esganiçad@s, agarrad@s aos megafones de tal maneira que, não sendo, pareciam ser mais de uns vinte, tal o barulho que fazeram, contentes a ver passar os aficionados. Uma ternura de menin@s, tod@s bem ensaiad@s, gritaram, gritaram e lá regressaram a Lisboa felizes e ainda a tempo de passearem os cãezinhos lá naquelas avenidas.

Quanto à corrida, saíram os espectadores satisfeitos por verem a Praça ressuscitada e agradados com a arte de João Moura e António Ribeiro Telles, as lides brilhantes de Francisco Palha e a habitual valentia dos Forcados, os Amadores de Santarém e os Amadores de Vila Franca.

Dos toiros que foram lidados, encastados e cumprindo bem nos cavalos e nas pegas, salientaram-se o 5º e o 6º da ordem.

Atenção a este Francisco Palha que volta em 16 de Junho à Celestino Graça. Atenção!

Quanto ao Cartaz que se deve mandar emoldurar por anunciar a data de 17 de Março, a adicionar ao historial taurino de Santarém, tem um lapso: não consta o ano, que terá que ser acrescentado a tinta e à mão para mais tarde se recordar: 2019.

Olé Praça Maior!

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Na foto a valorosa tentativa e Fernando Montoya dos Amadores de Santarém. Uma tentativa que teria merecido melhor sorte, porque o forcado esteve muito bem no cite – parando, mandando e templando – e fechando-se com valentia na cara do toiro.

Fernando Montoya.JPG

 

Campo Pequeno - 125 anos

Campo Pequeno.png

Ontem voltou a TVI a transmitir uma corrida de toiros depois de uma ausência prolongada em mais de 5 anos. Belo regresso.

Voltámos a escutar com atenção o Dr.Joaquim Grave. Excelente!

Linda a Praça Monumental do Campo Pequeno repleta de público que se divertiu.

Pena esse condensado de publicidade tão prolongado do quarto para o quinto toiro que afastou muitos telespectadores que já não aguentam tanta demora.

Ao desligar a televisão ficou-me a memória da seriedade de António Ribeiro Telles no seu refinado toureio à portuguesa e num momento excelente, numa época bem conseguida, que os aficionados devem aproveitar.

Recordei João Moura, não desta mas de outras corridas.

Também em memória as actuações de Luís Rouxinol, que conseguiu por o manso de Oliveira Irmãos a dar algumas investidas e a sua valorosa actuação frente ao de Passanha, último da noite, numa lide à altura dos 125 anos da Monumental do Campo Pequeno.

Não dá para esquecer a fabulosa pega de Francisco Borges, dos Amadores de Montemor, num toiro que o pisou, mas onde o forcado se emendou o suficiente para por o público em pé.

Gostei do trapio do toiro da ganadaria Passanha. Lindo toiro!

Gostei de ver o brinde do Grupo de Lisboa a João Soares e a Elisio Summavielle, dois políticos aficionados que defendem a nossa Festa.

Depois, fiquei a pensar que se fosse em Espanha o Chefe de Estado estaria presente nos 125 anos da primeira Praça de toiros do país…o Rei estaria presente certamente. Por cá…é assim. Manda-se uma mensagem para ser lida na arena. É pouco…

Não é uma data qualquer de uma Festa nossa. É uma data histórica da mais bela Praça de Toiros do mundo: o Campo Pequeno. Muitos portugueses sentem orgulho de ter esta relíquia em Lisboa. Há que a dignificar!

TVI Olé!.jpg

 

 

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