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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Amália Rodrigues

João Patinhas e Amália-Set 1957.jpg

Hoje, dia 23 de Julho de 2020, faz 100 anos que foi feito o registo oficial de nascimento de Amália, se bem que ela tivesse sempre dito que nasceu em 1 de Julho de 1920.

Sobre Amália Rodrigues já tudo foi dito e escrito e para a generalidade dos portugueses ela terá sido a maior fadista de sempre e a sua voz foi reconhecida como divina nos maiores palcos do mundo.

Para os aficionados ela também foi uma referência importante e assistia com regularidade ao espectáculo português de que tanto gostava.

Na realidade a tourada e o fado sempre estiveram ligados e em geral os retiros onde se canta o fado estão decorados com motivos taurinos e cartazes de toiros.

Nesta foto o forcado João Nunes Patinhas – dos Amadores de Santarém – recebendo de Amália um ramo de flores, depois de ter pegado um dos toiros na inauguração da Praça de Toiros do Montijo em 1 de Setembro de 1957.

Uma foto que é uma relíquia.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Grupo de Évora

 

Tertúlia T.E. 7.01.2019.png

 

Realizou-se em 7 de Janeiro de 2019, e como habitualmente na Pousada dos Loios, o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense e desta vez de homenagem ao Grupo de Forcados Amadores de Évora que em 2018 completou 55 anos ininterruptos na nobre arte de pegar toiros.

Assim e como convidado de honra esteve presente o actual cabo João Pedro Nunes Oliveira e que se fez acompanhar pelos antigos cabos João Pedro Soares Oliveira e António Vaz Freire Alfacinha que deram os seus testemunhos recordando diversos momentos do interessante Historial de um Grupo que pela primeira vez se apresentou ao público em 11 de Agosto de 1963 e sob o comando de João Nunes Patinhas e que ao longo destes 55 anos honrou a Tauromaquia Portuguesa, o Forcado Amador e divulgou a cidade de Évora em todas as Praça de Toiros portuguesas e em muitas outras no estrangeiro.

Foi mais um agradável jantar de uma Tertúlia de amigos aficionados e que desejam continuar a defender a tauromaquia.

Tertúlia Tauromáquica Eborense.jpg

 

 

Os forcados no Novo Burladero

Nuno Salvação Barreto.jpg

 

A revista “Novo Burladero” – a comemorar os seus 40 anos de existência – dedicou a edição deste mês de Março aos forcados.

Uma boa e merecida iniciativa do Director desta revista taurina – João Queiroz – porque nos últimos anos são os grupos de forcados o suporte das bilheteiras na Festa em Portugal.

E se esta edição já estava programada há muito tempo sobre este tema, o que não se esperava há uns meses é que na capa da revista aparecessem as fotos de duas figuras que à pega dedicaram grande parte das suas vidas: João Nunes Patinhas e António Manuel Cardoso, antigos cabos de grupos de forcados e que faleceram no mesmo dia: 1 de Fevereiro de 2018. Assim e muito naturalmente algumas páginas da revista são em sua memória.

Também os habituais e interessantes artigos de opinião do Director “Uma frase para meditar” – a de Néstor García; de David Leandro “A Temporada” – que tendo em conta a música e as voltas à arena, há sempre um, dois ou três triunfos em cada corrida; de Martim Avillez Figueiredo – que propõe apenas que se entenda que a liberdade da comoção não pode ser proibida; de Bernardo Patinhas – apresentando o quase amaricado toiro “Ferdinando” que se tivesse a sorte de investir em vez de vir com uma mensagem muito pouco sublimar, olharia pelo canto do olho para ver se via pendurado no Palco Presidencial o lenço laranja e a possibilidade de regressar ao campo e às vacas; de Luís Valença – o “Menino” vendido e comprado anualmente, por seis vezes, pelo mesmo vendedor e comprador e habitante solitário num Palacete do Campo Grande; de Catarina Bexiga – o silêncio do inverno e o não aproveitamento para se encontrarem soluções precisas para Festa em Portugal e em Espanha; de António José Zuzarte – Uma Senhora das Candeias mais negra com as notícias do falecimento, no mesmo dia, de dois amigos; de José Cáceres – a progressiva selecção do toiro de lide que tem proporcionado a evolução do forcado e a pega cada vez mais técnica; de Jorge Faria – as recordações dos forcados e pegas que lhe ficaram de memória. Também, entre outras notícias, os oportunos Picotazos de Luís Toucinho.

Enfim, uma revista com muito para ler… que não esqueceu também de Hélder Antoño, uma memória de Alcochete. Que não esqueceu essa lenda da forcadagem de Santarém, esse enorme cernelheiro e cabo de forcados inesquecível, que foi Ricardo Rhodes Sérgio.

Ricardo Rhodes Sérgio, também recordado – numa antiga entrevista – por Nuno Salvação Barreto, que demonstrou enorme elevação ao se referir com apreço ao cabo do Grupo de Santarém. Grupo que, nesses tempos, não repartia a arena com o Grupo de Lisboa.

Parabéns a João Queiroz por esta revista tão bem concebida.

Um reparo:

Nuno Salvação Barreto nunca poderia ter “subjugado” mais de 500 toiros. Nem ele nem ninguém!

O Grupo de Forcados Amadores de Lisboa teve a sua fundação em 1944. Nuno Salvação Barreto tentou fazer a última das suas pegas de caras em Julho de 1964, na corrida onde actuou também o matador de toiros espanhol El Cordobés. De 1944 a 1964 passaram 20 anos. Para Nuno Salvação Barreto ter tido a possibilidade de pegar 500 toiros teria que o seu Grupo ter actuado em 25 corridas por ano e nesse período o cabo ter pegado em todas as corridas. É uma questão de matemática…

Novo Burladero.Março2018.jpg

 

Novo cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense

TTE.3.jpg

 

Ontem, 5 de Março de 2018, realizou-se na Pousada Convento de Évora – mais conhecida por Pousada dos Loios – o segundo jantar deste ano, dado que não se efectuou em Fevereiro o habitual jantar mensal por motivo de luto. Luto por alguém que a Tertúlia Tauromáquica Eborense recorda com grande saudade: João António Nunes Patinhas.

Assim, o jantar iniciou-se com um minuto de silêncio por três taurinos falecidos recentemente: João Patinhas, António Manuel Cardoso “Nené” e Manuel Pereira Cipriano “Badajoz”. Minuto de silêncio também em memória de Joaquim Augusto Serrão Fialho falecido há precisamente um ano.

Foi portanto um jantar onde pairou um ambiente de saudade sem convidado especial e onde se recordou que esta é uma Tertúlia com um cunho muito peculiar, sui generis, começando por ninguém saber ao certo a data da fundação, mas que pode ter sido em 1998 ou 1999; por ter funcionando sempre e sem interrupções com um jantar mensal na primeira segunda-feira de cada mês; por não estar registada nem ter corpos sociais; não ter presidente e funcionar assim, bem. Muito bem.

Bem também na escolha dos tertúlianos que são, evidentemente, aficionados tauromáquicos mas cuja admissão é feita por convite e onde há a concordância dos restantes.

Porém, em qualquer circunstância onde haja muitas pessoas haverá sempre a necessidade de alguém que se destaque para orientar, para mandar ou coordenar as ideias, as intenções. Há sempre uma necessidade imperiosa que assim seja, porque a tendência natural de qualquer clube, empresa ou grupo é a desorganização se houver falta de liderança.

No caso da Tertúlia Tauromáquica Eborense essa liderança foi natural, informal, sem eleições ou mandatos durante todos os anos da sua existência e protagonizada por João Patinhas.

A partir de ontem passou a ser de António Mexia de Almeida a quem ficou entregue o futuro próximo da Tertúlia, sem prazo, sem mandato, sem estatutos e sem juramentos. Só com a confiança de todos.

O Nico Mexia passou a ser o novo cuidador da Tertúlia, terá dois colaboradores mais próximo e a confiança de uma Tertúlia de aficionados que só deseja o bem da Festa.

Assim seja!

 

TTE.1.jpg

 

Sobre João Patinhas (12)

Laçamento do Livro João Patinhas - Um Forcado.pn

 

Do livro “João Patinhas – Um Forcado”

“A particularidade deste livro é a de ser o primeiro em todo o mundo sobre a figura de um forcado e o desejo de deixar mais um registo de um tema que é um símbolo nacional e que está muito relacionado com o Alentejo e as suas tradições: a PEGA que em Évora é vista na sua praça de toiros em silêncio, o tal silêncio que deve envolver o cite, o momento tão grande de um tempo tão curto desta arte bem portuguesa de pegar toiros e que João Patinhas tão bem dignificou.” – 1ª. edição

“João Patinhas envergou com dignidade as jaquetas de três dos principais grupos de forcados amadores: de Santarém, de Montemor-o-Novo e de Évora e à Câmara Municipal de Santarém se deve a iniciativa desta 2ª. edição, por o seu Presidente, Dr. Francisco Moita Flores, se ter interessado na sua divulgação no Dia de Portugal, que neste ano de 2009 tem as suas comemorações nesta cidade que é a capital do Ribatejo.

Ribatejo que está habituado ver os seus jovens bater as palmas aos toiros, que sabe que a pega é um símbolo nacional e que esta nos distingue das outras tauromaquias.” – 2ª edição

 

Nas minhas palavras de agradecimento no livro João Patinhas – Um Forcado

1ª. Edição: Novembro de 2008

2ª. Edição: Maio de 2009

 

 

 

Nas Fotos:

  • Aquando do lançamento da 1ª. edição do livro “João Patinhas – Um Forcado” em Dezembro de 2008 – João António Nunes Patinhas, Manuel Peralta Godinho e Cunha e João Pedro Murteira Rosado.
  • 2ª. edição do livro “João Patinhas – Um Forcado”

 

Nota explicativa: Quando se aproximava o 45º. Aniversário do Grupo de Forcados Amadores de Évora, conversei com o cabo João Pedro Rosado sobre a ideia de se fazer um livro sobre João Patinhas cuja presença nas arenas tinha sido de 34 anos, dos quais 26 a comandar o Grupo de Évora. Imediatamente João Pedro Rosado concordou com a ideia e falámos depois com João Patinhas para lhe perguntar se concordava e autorizava. João Patinhas ficou admirado e naturalmente consentiu que se avançasse com o projecto. Fez-se uma edição de 400 exemplares que se esgotaram rapidamente.

Em Abril de 2009 o Dr. Francisco Moita Flores – Presidente da Câmara Municipal de Santarém – conversou com João Patinhas com o objectivo de fazer uma encomenda de 200 livros que desejava adquirir para a Câmara poder oferecer aos embaixadores dos países representados no nosso país e a outras personalidades porque o Dia de Portugal seria comemorado nesse ano na cidade de Santarém. Assim e para se poder fazer esse fornecimento a Associação de Forcados Amadores de Évora resolveu fazer a 2ª. edição de 400 exemplares.

Livro João Patinhas - a segunda edição.jpg

 

Sobre João Patinhas (11)

Concurso de Ganadarias - 1974.jpg

Palavras de Nuno Cabral – antigo forcado do Grupo de Forcados Amadores de Évora :

“Seguido de um minuto de silêncio em homenagem ao falecido António Maltez, começou a corrida.

O primeiro toiro que coube ao Grupo de Évora foi pegado por João Patinhas, que brindou no meio da arena em memória do grande amigo e forcado António Maltez.

Citando de mais de meia praça, executou com galhardia e arte uma grande e rija pega.

O segundo foi pegado pelo José Manuel Navalhinhas e o terceiro por Lela Brito.

Rabejei três.

O prémio de bravura coube ao ganadero David Ribeiro Telles e o de apresentação ao Engº. Joaquim Grave.”

 

Testemunho relacionado com a corrida Concurso de Ganadarias de 26 de Maio de 1974 - no livro 40 Anos do Grupo de Forcados Amadores de Évora

1ª. Edição: Novembro de 2008

 

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Na Foto: O cabo João Patinhas brindando à memória de António Maltez.

 

Sobre João Patinhas (10)

Concurso de Ganadarias de 1975.jpg

Palavras de António Mexia de Almeida – antigo forcado dos Grupos de Évora e de Santarém:

“O jantar foi no Monte das Flores. Jantámos com o Grupo de Montemor. Esteve tudo animado. Houve discursos dos bons e à antiga. O António José Zuzarte disse que ficava mais um ano a comandar o Grupo. No final falou o João Patinhas, botando um discurso que eu nunca mais esquecerei.”

 

Testemunho relacionado com a corrida Concurso de Ganadarias de 18 de Maio de 1975 - no livro 40 Anos do Grupo de Forcados Amadores de Évora

1ª. Edição: Novembro de 2008

 

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 Na Foto: Os Grupos de Forcados Amadores de Montemor e de Évora comandados por António José Zuzarte e João Nunes Patinhas.

 

Nessa corrida 17º.Concurso de Ganadarias o prémio de bravura foi ganho pelo toiro “Bailarino” da ganadaria de Dom João de Noronha (divisa encarnado e azul).

Pelo Grupo de Forcados Amadores de Montemor pegaram de caras os forcados João Marujo Caixinha, Baltazar Abelha de Matos e Francisco Chaveiro.

Pelo Grupo de Forcados Amadores de Évora pegaram de caras os forcados João Nunes Patinhas, Francisco Flores e João Saragoça.

 

 

 

Sobre João Patinhas (9)

Praça México 7.03.1976 - Pega P.LouceiroII.jpg

Palavras de Pedro Louceiro II – forcado amador mexicano:

“Quando em 1976 veio o Sr. João Patinhas para que um Grupo de Forcados se apresentasse pela primeira vez na Praça de Toiros Monumental do México, com capacidade para 55.000 pessoas, nem eu, nem ele, nem ninguém podia imaginar o impacto que causaria em México tal evento, onde nos apresentámos com o comunicado nas bilheteiras de “LOTAÇÃO ESGOTADA”

Sabia que quando o Cabo João estava em praça, nas corridas importantes o primeiro toiro era dele.Foi com surpresa e com uma mistura de sentimentos encontrados e inesquecíveis, que o João chegou junto de mim e me disse “o toiro é seu”. Aparte de honrado pela responsabilidade que me concedia, tinha também a possibilidade de pela primeira vez pegar um toiro toureado pelo meu pai.“Muito obrigado João!”.

Ao segundo toiro, toureado por Carlos Arruza, foi João Patinhas e saiu em ombros pela porta grande! OLÉ SENHOR FORCADO!

Hoje em dia há em México vários Grupos de Forcados e isso deve-se sem dúvida a essa apresentação inesquecível em Março de 1976, Saímos na primeira página de todos os jornais importantes de México, inclusive daqueles que não escreviam de toiros. Foi verdadeiramente impactante.

Com esta facilidade que tem para fazer amigos, ainda hoje em México se fala do João com muito respeito e muito carinho pois quem o conhece não o esquece.”

 

Parte das suas Memórias no livro João Patinhas – Um Forcado

1ª. Edição: Novembro de 2008

2ª. Edição: Maio de 2009

 

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Praça México.Patinhas e Arruza.jpg

 

Foto1: Pega de Pedro Louceiro II em 7 de Março de 1976 na Praça Monumental de México, com oportuna ajuda de João Patinhas.

Reconhecem-se também Alberto Conceição, Rodolfo Rocha, Jorge Malta Vacas e Carlos Caixinha. Rabejador: Fernando Hilário.

 

Foto 2: Volta à arena de João Patinhas com o rejoneador Carlos Arruza Vásquez.

Praça completamente cheia. Em 3 de Abril de 1976 o Grupo comandado por João Patinhas realizou mais uma corrida na mesma Praça e não há memória de outro Grupo de forcados ser repetido na praça México em menos de um mês.

Caso único.

Sobre João Patinhas (8)

João Patinhas-México.Março76.jpg

Palavras de Enrique Fraga – matador de toiros, rejoneador, ganadero e grande aficionado maxicano:

“Que falta hacen taurinos como João Patinhas.

Para ser torero se tiene que ser aficionado y João de eso nos dio la muestra en su paso por este México, que el evoca tanto que todos los que lo conocíamos, toreros, empresários, ganaderos y aficionados, lo recordarenos siempre con admiración y afecto.”

 

Parte das suas Memórias no livro João Patinhas – Um Forcado

1ª. Edição: Novembro de 2008

2ª. Edição: Maio de 2009

 

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Na Foto: Pega de João Patinhas na Praça de Acapulco, Gro - México em Março de 1976.

Primeira ajuda de Rodolfo Rocha.

 

Sobre João Patinhas (7)

J Patinhas-15.08.75 -Reguengos.jpg

 

Palavras de Joaquim Murteira Correia – antigo forcado amador e grande aficionado:

“O João é para mim um dos maiores “SIMBOLOS” do FORCADO AMADOR e da nossa Festa. A ela deu tudo sem nada pedir em troca, apenas e só pelo amor à arte de pegar toiros, à jaqueta que honrou, aos seus amigos, à sua cidade, ao nosso Alentejo.

De tal forma assim foi, que ao longo dos anos as cornadas foram muitas, cada vez mais graves, a todas elas venceu e superou. Infelizmente…até aquela grande cornada do toiro da vida, a mais grave e irreparável de todas, fez que a sua enorme valentia, raça e valor, mais uma vez, viessem ao de cima.”

 

Parte do seu Testemunho no livro João Patinhas – Um Forcado

1ª. Edição: Novembro de 2008

2ª. Edição: Maio de 2009

 

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Na Foto: Pega de João Patinhas na Praça de Toiros de Reguengos de Monsaraz em 15 de Agosto de 1975. Primeira ajuda de Joaquim Murteira Correia

 

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