O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.
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Hoje em Las Ventas houve vivas ao rei Juan Carlos I após um dos brindes dos matadores.
Como é natural José María Manzanares, Cayetano e o peruano Joaquín Galdós brindaram o rei emérito.
Porém na tarde do dia de Santo Isidro só Curro Díaz é que brindou o rei emérito. Nem Paco Ureña nem López Simón tiveram esse gesto de simpatia com o ex-Chefe de Estado.
Fizeram mal, porque Juan Carlos I tem sido um grande defensor da tauromaquia.
No toureio a pé, depois de terminar a faena, chega a hora da verdade, a “suerte de matar” – a sorte suprema – que é o culminar da lide e decisiva para atribuir os troféus ao lidador.
Porém, quando o toiro manifestou uma bravura excepcional durante a lide pode acontecer o público pedir o indulto da morte, acenando com lenços. Quando tal acontece em maioria e a faena foi boa, o director da corrida poderá conceder o indulto, fazendo sinal para a arena com um lenço de cor de laranja.
Nas praças de toiros de 1ª. não é muito frequente o indulto porque é utilizado um critério muito exigente.
A actual Praça de Toiros de Sevilha – La Real Maestranza de Caballería – foi construída em 1881 e até Abril de 2016 só teve 3 indultos:
12 de Outubro de 1965 – “Laborioso”, o novilho do marquês de Albaserrada, lidado pelo novilheiro Rafael Astola.
30 de Maio de 2011 – “Arrojado”, o toiro de Núnez del Cuvillo, lidado pelo matador José María Manzanares (José María Dols Samper)
13 de Abril de 2016 – “Cobradiezmos”, toiro de Victorino Martín, lidado pelo matador Manuel Escribano.
Provavelmente o INDULTO é o momento mais emocionante que acontece numa praça de toiros.