Leitura taurina

A falta de leitura tauromáquica permite o obscurantismo anti-taurino.

Dr. Manuel Calejo Pires na apresentação do livro “Arenas” – Ovibeja 2016
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A falta de leitura tauromáquica permite o obscurantismo anti-taurino.

Dr. Manuel Calejo Pires na apresentação do livro “Arenas” – Ovibeja 2016

(…) deve o forcado saber estar e moderar-se em atitudes menos próprias quando o grupo aguarda o toque do cornetim para a pega. O forcado perde o senhorio, o saber estar com dignidade, quando faz enormes contorções de corpo, ginástica de pescoço e mãos, flexões, chapadas na cara e gritos de guerra – para disfarçar o medo – que, vistas pelo público, em nada o dignifica, não obstante poder vir a executar uma boa pega.
Como um dia ouvi dizer a Joaquim José Murteira Correia, um veteraníssimo forcado amador, meu amigo e colega de curso, recomendando por telemóvel para a trincheira a alguém que estava próximo do “seu” Grupo de Forcados Amadores de Montemor:
-- A ginástica já deve ter sido feita antes da corrida!
Concordo!
in “Arenas” - 2016
Livro editado pelo Círculo Taurino do Alentejo para fins de beneficência
Apresentação do livro “Arenas” – dedicado à memória de Luís Freire Gameiro
22 de Maio de 2016 - Beja
O momento mais importante da reunião de aficionados do Círculo Taurino do Alentejo na Feira OVIBEJA: a oferta do livro “Arenas” a Josyane Freire Gameiro, esposa, mãe e avó de valorosos forcados do Grupo de Santarém.
Conforme o programa da 33ª. Ovibeja – Feira que se realiza na cidade de Beja de 21 a 25 de Abril de 2016 – efectuou-se o lançamento do livro Arenas.
Livro de temas e crónicas tauromáquicas que foi apresentado cerca das 18 horas no dia 22 e que o autor dedicou à memória do forcado amador Luís Freire Gameiro.
Na foto Joaquim da Silveira Policarpo; o autor Manuel Peralta Godinho e Cunha; Joaquim Serrão Fialho e Manuel Calejo Pires, que fizeram a apresentação deste livro editado pelo Círculo Taurino do Alentejo.
(…)As Praças de Toiros, com mais ou menos motivos arquitectónicos, estão inseridas no urbanismo de muitas cidades e vilas e fazem parte de um património histórico, artístico e cultural dos seus povos. A Praça de Toiros não é só do município, da misericórdia ou do empresário. É também do povo, principalmente no que diz respeito ao seu imaginário, à mais profunda simbologia ritual e mística do toiro e do toureiro. A Praça de Toiros para muitos é como um local sagrado e não deve ser destruída ou desfigurada, porque sempre a conheceram assim e desempenhou um papel de enorme importância nas feiras e romarias, onde a tourada sempre foi incluída nos ritos das festividades e diversões populares.
In “Arenas”
Edição do Círculo Taurino do Alentejo
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