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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Rabejador

Chico Moura e J.Dias de Almeida-1967-Santarém.jpe                                                                    

P’rà volta rabejador é fundamental

Entrando ao toiro sem hesitação

Com cernelheiro momento crucial

Rabejando sempre em coesão

Atitude rápida e determinada

Na pega de caras ocorre também

Decisória a entrada atempada

Antes das terceiras como convém

Ao toiro dividir as forças brutais

Evitando no grupo colhidas fatais                                                           

 

No historial dos tempos da pega

Alguns rabejadores recordados

Saudosa memória que congrega

Outros nas arenas consagrados

Manuel Tabuleiros, de Santarém

Dias de Almeida e outros mais

Empis e Carlos Garcia também

De Évora, Manuel Rovisco Pais

Depois os famosos Comendas

De Montemor eternas lendas

 

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Maio de 2024

- - -

Na fotografia: Pega de cernelha de Francisco Romão de Moura e José Dias de Almeida - Grupo de Forcados Amadores de Santarém - Praça de Toiros de Santarém - 18 de Junho de 1967

Fotografo: L.Figueiredo

11 de Novembro de 2020

11.Nov.2020.png                                                                              

11 de Novembro de 2020

Uma foto que deixa saudade, quando em Montemor-o-Novo almocei com os meus Amigos Simão Comenda, João Baptista Malta e Luís Rui Cabral.

O último dia de São Martinho do nosso saudoso Amigo Simão Nunes Comenda.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Novembro de 2022

 

 

Em memória de Simão Comenda

Corrida de Montemor 5.09.2021.jpg

Acompanhado de alguns Amigos da Tertúlia Tauromáquica Eborense assisti em 5 de Setembro de 2021, em Montemor, à corrida de toiros em memória de Simão Nunes Comenda e foi com alguma emoção que ouvi as diversas referências a esse nosso Amigo que nos deixou em Fevereiro deste ano.

Mas a corrida foi toda ela um misto de emoção e saudade, não só pelas palavras proferidas em memória do homenageado mas também por outros acontecimentos, com destaque para a passagem da chefia do Grupo de Forcados Amadores de Montemor de António Vacas de Carvalho para o novo cabo António Cortes Pena Monteiro.

Gostei também do curro de toiros da ganadaria de São Torcato, com peso sem ser excessivo, o que permitiu uma melhor mobilidade dos toiros durante as lides de João Moura Jr., João Telles II e Francisco Palha

Gostei de ver os dois cabos a pegarem. Um de caras e para se despedir. O outro de cernelha com determinação e vontade.

Gostei de ver o brinde senhorial do cavaleiro Francisco Palha a Paulo Vacas de Carvalho, empresário que com Simão Comenda reconstruiu há mais de 20 anos a Praça de Montemor e a recolocou no calendário taurino com cartéis de prestígio.

Gostei de ver a determinação de António Calça e Pina na sua última pega e as palavras sentidas de despedida no brinde à sua Família.

Gostei de ver e retenho a imagem do forcado João da Câmara a emendar-se e bem na cara de um toiro que se arrancou de largo e que proporcionou uma bela pega com extraordinária primeira ajuda de Manuel Campilho.

Também gostei da poderosa pega de Francisco Barreto, consentindo uma investida larguíssima – de praça a praça - naquele toiro, quinto da ordem, bravo, que tinha proporcionado ao cavaleiro João Ribeiro Telles II uma bela lide e com ferros cravados com batidas ao piton contrário. Justa chamada à arena do ganadero Joaquim Alves para acompanhar cavaleiro e forcado a agradecerem enorme ovação.

Também me ficou de memória a pega do veteraníssimo Francisco Borges, ao toiro mais difícil e reservado nas investidas para a pega. Pega à terceira tentativa com determinação e garra a fechar uma valorosa presença do Grupo de Forcados Amadores de Montemor. Talvez, a colocação do toiro para a pega na primeira tentativa não tenha sido a melhor, porque este sexto teve uma querença acidental nos terrenos da porta dos cavalos…

O Grupo de Montemor tem tido ao longo do seu Historial excelentes rabejadores e foi com agrado que vi João José Comenda, que se voltou a fardar nesta corrida, e que rabejou dois toiros com aquela arte, saber e valor que em outros tempos nos habituou. Também Francisco Godinho rabejou com determinação e a vontade habitual que o caracteriza, não só na pega de cernelha mas também nas de caras onde teve boas intervenções. É, certamente, um dos melhores rabejadores da actualidade.

Não gostei de não ter sido tocado os acordes do Hino da Maria da Fonte, no inicio e antes do começo das cortesias. É uma tradição nas corridas de toiros em Portugal, que vem da Monarquia, da Primeira República, do Estado Novo e que por vezes é esquecida e que o Senhor Director da Corrida não deveria ter deixado passar ontem em Montemor, já que o maestro da Banda da Música não deve ter conhecimento para tanto.

Não gostei de ver sair à praça um incompleto jogo de cabrestos. Porque o seu número mínimo deve ser de 7 bois e não 6 como foram apresentados. Não é uma questão de Regulamento, mas sim uma necessidade para tapar os toiros nas pegas de cernelha.

Não gostei da péssima iluminação da Praça e como assim foram lidados os dois últimos toiros num perigoso lusco-fusco, com arriscadas sombras que podem resultar em colhidas.

Penso também que quando há passagem de testemunho na chefia dos Grupos, o cabo novo não deve vestir a jaqueta do cabo antigo, mas só receber em mão a jaqueta que foi despida por quem se despede do Grupo.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Salva de prata Simão Comenda.png

 

 

 

Simão Comenda

Brinde - Simão Comenda 20.11.2020.png

Recebi a triste notícia que faleceu hoje num hospital de Lisboa e vítima do COVID o meu grande Amigo Simão Nunes Comenda.

Conhecido nos meios aficionados por ter sido um enorme rabejador do Grupo de Forcados Amadores de Montemor, foi sempre um grande aficionado e era um dos elementos da Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Paz à sua alma.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Grupo de Montemor.png

 

Um convidado de honra

TTEborense-Jan.2021.png

Os aficionados em geral gostam de se reunir e falar de assuntos tauromáquicos em troca de opiniões de tertúlia e só na troca dessas opiniões esses aficionados adquirem o significado do que ao longo dos anos forem verificando nas arenas e a sua “aficion” se foi materializando numa arrumação de ideias.

Foi isso que Joaquim Tapada, convidado de honra da Tertúlia Tauromáquica Eborense, quis transmitir numa agradável conversa de testemunho de muitos anos a ver, falar e escrever sobre toiros e todo o ambiente taurino.

Foi Joaquim Tapada o primeiro convidado desta Tertúlia no ano de 2021. O ano seguinte ao do início do vírus chinês que está a destruir a economia do mundo e muito naturalmente a afectar a tauromaquia.

Mas os aficionados gostam de conversar sobre assuntos taurinos e abordarem esses temas. É isso o que a Tertúlia Tauromáquica Eborense faz há mais de 20 anos, sempre com convidados de excelência, como foi ocaso do veteraníssimo Joaquim Tapada que nos deu, em Évora, o especial prazer da sua companhia neste frio mês de Janeiro, no início de um segundo ano muito difícil para as lides taurinas.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

--Na foto. Zeca Pereira, Joaquiim Tapada, Nico Mexia de Almeida (cuidador da Tertúlia) e Simão Nunes Comenda

 

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

Livro “Brinde”

Livro Brinde.png

Em 20 de Novembro de 2020 foi lançado em Évora o livro “Brinde” e cerca de 10 dias depois está praticamente esgotado.

Como autor desejo agradecer aos meus Amigos que tiveram influência nesta publicação em livro de diversas crónicas que já tinham sido divulgadas nos meus blogues Partebilhas e Partebilhas’s .

Assim, agradeço a Manuel Calejo Pires a quem falei no “Brinde” pela primeira vez, solicitando-lhe o especial favor de escrever o Prefácio e onde abordámos a ideia do livro ser editado pela nossa Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Ao Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia e que de imediato apoiou a ideia, colaborando nos diversos detalhes para materializar este nosso projecto de forma a que o livro tivesse o lançamento antes do Natal de 2020.

Ao Simão Nunes Comenda, meu Amigo há mais de 50 anos, que fez uma excelente apresentação pública e virtual deste livro e que recebeu tantos elogios, que não posso deixar de o repetir caso eu ainda consiga publicar o meu décimo livro. Fica já feito o convite.

Aos que se disponibilizaram e conseguiram apoios para a publicação do “Brinde” – Simão Nunes Comenda, José do Rosário Maltez e Nico Mexia de Almeida – sem os quais a edição teria sido muito problemática, o meu obrigado que é também um agradecimento da Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Por fim não quero deixar de endereçar o meu sentido obrigado a Miguel de Melo Breyner, director do Évora Hotel, que disponibilizou todos os recursos para que o lançamento do livro fosse uma realidade e com toda a segurança necessária no contexto complicado do Covid-19.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Tertúlia Tauromáquica Eborense.jpg

 

 

Lançamento do livro "Brinde"

 

CULTURA

Apresentação do livro “Brinde” no Évora Hotel em 20.11.2020, por Simão Nunes Comenda

Brinde -Lançamento em 20.Nov.2020.png

Foi para mim uma honra ser convidado pelo meu amigo Manuel Peralta para fazer a apresentação do seu novo livro “Brinde”.

Foi com prazer que aceitei apesar da consciência que tenho das minhas limitações como orador e da dificuldade de falar duma personalidade impar e multifacetada como é o Manuel!

Fez-se como forcado, bebendo do espírito taurino que se vivia com toda a intensidade nas Escolas de Regentes Agrícolas de Santarém e Évora que frequentou e que eram então o maior alfobre de forcados que existia.

É co-fundador do Grupo de Forcados Amadores de Évora, donde se despediu em 10 de Agosto de 1967, mas não despiu a jaqueta, envergando-a ainda hoje, porque ao longo dos anos tem mantido uma intima ligação à Festa de Touros em geral, mas muito particularmente à apologia  do forcado, a mais portuguesa manifestação da cultura taurina…Mas esta minha afirmação  prova-se primeiro pela sua obra literária já vasta , de que saliento, para além de outros, os livros “PRAÇAS DE TOIROS DE SANTARÉM – Actuações dos Grupos de Forcados no Século XX” e “JOÃO PATINHAS – Um forcado”. São obras de exaltação ao forcado, mas revelam uma nova faceta do seu autor, a sua capacidade de investigação, o seu respeito pela cronologia, a sua busca da verdade e de precisão. E prova-se ainda diariamente, no seu blogue “Partebilhas” onde mantém viva a Festa, o Forcado, a investigação sobre Grupos de Forcados, notícias e argumentação contra anti-taurinos.

Mas atenção, o blogue “Partebilhas” é mais do que isso…nele contactamos com outro Manuel, em que a sua cultura se agiganta noutras áreas, quando escreve sobre períodos ou acontecimentos da nossa História e as relaciona com a época contemporânea.

Ainda há pouco li um oportuno texto sobre a cólera-morbo, que em 1833 assolou o país durante a guerra civil e aprendi, numa sua troca de ideias com um anti-taurino,  que um dos primeiros anti-taurinos foi um cardeal do tempo do Papa Paulo IV – no século dezasseis – que em simultâneo era também, imaginem, o inquisidor-mor!

A cultura taurina tem tido os seus detractores ao longo dos tempos, mas conseguiu sempre reformular-se e renascer das cinzas…nunca foi tão atacada como hoje, atravessa tempos difíceis, mas tem entre os seus defensores um homem como o Manuel Peralta que nos oferece este BRINDE !

É um livro simpático, facilmente manuseável com a capa que homenageia os forcados através de uma foto do Grupo de Forcados de Évora que efectuam um brinde e na contra-capa uma fotografia que é uma homenagem a um grande cabo e um enorme forcado – JOSÉ MARIA CORTES !

Quanto ao seu conteúdo, que tive o gosto de ler atempadamente, é uma colectânea de textos que, ao longo dos anos de 2016 até ao início de 2020 o autor foi publicando no seu blogue “Partebilhas”…e para aguçar o vosso interesse digo-vos que tem textos muito variados, mas onde se pode ver, por exemplo, o enorme respeito do autor pelo cumprimento das regras em todo o espectáculo taurino, começando na elaboração de programas, nas cortesias…chegando a criticar Enrique Ponce por ter toureado vestido de smoking os dois últimos toiros na praça francesa de Ustress em Junho de 2016.

Encontramos também o seu pesar pelo fosso existente entre a classe política portuguesa e a Festa dos Touros, contrapondo o apoio que a Festa espanhola tem da Casa Real e de figuras importantes, como a Presidente da Comunidade de Madrid.

Mas são, no entanto, três os temas mais focados e que passo a citar:

  • Os jantares da Tertúlia Tauromáquica Eborense, mencionando os diferentes convidados – permitindo-me chamar a atenção para o jantar de 6 de Novembro de 2017, em que o convidado foi o matador de touros José Trincheira, que trouxe o velho Alentejo com toda a sua pureza e que é imperativo que se leia.
  • Dá também relevo aos jantares da Tertúlia realizados fora de Évora, como o de Almeirim na Tertúlia de João Simões e o de Montemor em casa deste vosso amigo
  • O Grupo de Forcados Amadores de Évora, o Grupo do seu coração, de que referencia efemérides como a primeira corrida do grupo em 1963 no Redondo, a primeira actuação no Campo Pequeno também em 1963 ou a corrida de São Pedro em 2018 em que se fez homenagem aos fundadores do grupo de Évora.

Ao longo dos seus textos homenageia os amigos que vão desaparecendo, mas que a palavra escrita torna imortais.

O último tema marcante em toda a obra é a consciência que Manuel Peralta foi tendo ao longo destes anos, de como evoluiu o ataque sistemático à Festa dos Touros em todo o mundo taurino. Foi um processo lento, primeiro refere algumas manifestações anti-taurinas no sul de França, depois em 2018 menciona um grupo animalista que ousa manifestar-se em Pamplona no “Sanfermin”, depois o caso da Praça de Toiros de Barcelona e finalmente em Portugal, apontando o caso da Praça da Póvoa de Varzim.

A oposição a todo este processo surge em textos importantes, como a carta aberta ao Município da Póvoa de Varzim em Julho de 2018; a carta aberta a Sérgio Sousa Pinto, então deputado do PS; a falta de cultura da Ministra baseado num texto do jornalista Henrique Monteiro, de Outubro de 2018.

E finalmente a consciência do autor, de que o cerco se aperta quando refere aos animalistas radicais…

Meus Senhores, neste momento tão difícil, que a pandemia ainda veio agravar mais, que bom ter um taurino como o Manuel Peralta, que nos trás memórias, mas que usa a palavra para lutar por aquilo que gosta e sobretudo pela sua liberdade.

Livro Brinde.png

 

 

 

 

Tertúlia Tauromáquica Eborense – Janeiro 2020

TTE 6.01.2019.JPG

Em 4 de Setembro de 2019 completaram-se 80 anos sobre a data da Fundação do Grupo de Forcados Amadores de Montemor sob o comando de Simão Malta numa garraiada na Praça de Montemor-o-Novo.

Depois dessa data muitas corridas foram realizadas pelos Amadores de Montemor em Praças de Portugal e também no estrangeiro, sendo um dos Grupos mais prestigiados e que melhor tem defendido ao longo dos anos a ética do forcado amador e demonstrado, com galhardia, a nobre arte de pegar toiros.

Assim, foi o Grupo de Forcados Amadores de Montemor o convidado de honra da Tertúlia Tauromáquica Eborense no jantar que se realizou no Dia de Reis de 2020 na Pousada dos Loios, tendo estado em sua representação o cabo António Vacas de Carvalho acompanhado por Francisco Borges.

Foi uma interessante noite de Tertúlia onde se abordaram diversos aspectos taurinos recordados pelos convidados e também por antigos forcados, nomeadamente pelo veteraníssimo Simão Nunes Comenda que é sempre indispensável para testemunhar muitos e muitos momentos da sua longa carreira de forcado amador no seu Grupo de sempre, os Amadores de Montemor.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

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Na foto: Francisco Borges, António Vacas de Carvalho, Nico Mexia de Almeida (cuidador da TTE) e Simão Nunes Comenda

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

 

"Festa na Ilha"

Revista da Tert.Tauromáquica Terceirense.jpg

Festa na Ilha é uma excelente revista que a Tertúlia Tauromáquica Terceirense publica anualmente e com muito bom aspecto gráfico. Esta, deste ano, tem o número 21.

Pedro Correia, Arlindo Teles, José de Castro Parreira, José Alpoim Bruges, José Paulo Pacheco de Lima, Alberto Lobão, Fátima Ferreira, Denise Coelho, André Cunha, Joaquim Ávila, Isabel Coelho da Silva, Carlos João Ávila, Bruno Bettencourt, Alberto Jesús, Miguel de Sousa Azevedo, Francisco Miguel Nogueira, Maria do Rosário Faria, Paulina García Eusebi, Silveirinha, José Henrique Pimpão e Evaristo Silva assinam artigos taurinos do maior interesse nesta revista.

Também uma interessante entrevista ao antigo forcado Simão Nunes Comenda se destaca nesta publicação e que pode e deve ficar no historial da tauromaquia portuguesa.

Difícil nomear aqui uma frase, um pensamento isolado, de tantos e tão bons artigos. Porém, de notar – por ser pertinente – um pequeno extracto de “Dom Gato” de José de Castro Parreira:

“Se nós pegarmos nestes ingredientes históricos, liberalismo, racionalismo, evolucionismo, antropomorfismo, retirarmos a sua contextualização, aproveitamos a rama, juntarmos tudo no caldeirão da globalização, misturamos com noções deturpadas de ecologia e ambientalismo, uma pitada de radicalismo, duas colheres de extremismo e um fio de anarquismo e…voilá, temos a base teórica do animalista anti taurino.”

Gato.jpg

 

 

 

 

 

George Martins

TTE-6.02.2017.jpg

 

O mais antigo Grupo de Forcados dos Estados Unidos da América, os Amadores de Turlock. esteve representado em Évora, na reunião da Tertúlia Tauromáquica Eborense, no jantar mensal de se realizou na Pousada dos Loios em 6 de Fevereiro de 2017.

George Martins, que foi o cabo do Grupo de Turlock durante muitos anos, esteve presente neste jantar como convidado de honra e foi apresentado por João Nunes Patinhas, Simão Nunes Comenda, José Jorge Pereira e João Simões que se referiram ao homenageado e à sua enorme influência como aficionado residente na Califórnia e ao muito que este tem contribuído na evolução positiva da Festa Brava naquele Estado americano, nomeadamente na defesa do forcado amador. Também referiram a importante obra de George Martins como empresário agro-pecuário.

Foi um agradável jantar com a conversa baseada na experiência taurina deste antigo cabo de forcados que tão bem tem contribuído para a extensão da portugalidade em terras da América.

 

TTE-6.Fev.2017.jpg

 

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