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Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Nuno Casquinha no jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense

Tert.Eborense 7.10,2019.JPG

As dificuldades de ser toureiro a pé em Portugal são enormes e quem persistir nessa ilusão e conseguir tirar a alternativa de “matador de toiros” facilmente chega à conclusão que não poderá exercer essa profissão no seu país. Não, porque é proibida a estocada em Portugal; não, porque as oportunidades de se lidarem toiros a pé neste país são diminutas.

Há Espanha aqui ao lado, França um pouco mais distante, mas as oportunidades nesses países são poucas, muito poucas, para um estrangeiro. Em Espanha – o país do toureio a pé – as primeiras oportunidades são para os espanhóis e as segundas também. São algumas dezenas de jovens que saem anualmente das escolas de toureio em Espanha e é natural que essas ocasiões taurinas sejam para os naturais do país. Poucas oportunidades, porque em Espanha não há um número de novilhadas suficientes para por a funcionar todos esses alunos das escolas de toureio.

Depois em Espanha um toureiro estrangeiro terá muitas dificuldades de actuar, a não ser que apareça com a imagem de “figura”. “Figuras” no toureio são poucas, além de ter que haver um singular equilíbrio entre os factores “Valor toureiro/Apoderado/Empresas”.

Uma das hipóteses de alguém que nestas condições queira progredir nesta arte será, talvez, tentar a sua sorte na América, nos países onde a Festa Brava tem alguma expressão como o México, Colômbia, Peru, etc. e foi essa a opção que Nuno Casquinha tomou em consideração e já há uns anos reside na República de Peru, onde tem tido a sua base de evolução artística não obstante o afastamento familiar, dos seus amigos, de um esforço enorme e sacrificado de viver num país longínquo e com outra cultura, onde se adaptou e gosta de estar, mas tendo sempre em mente poder actuar com regularidade em Espanha, a pátria do toureio a pé e onde todos os “diestros” gostariam de triunfar.

E foi o matador de toiros Nuno Casquinha o convidado de honra no jantar de Outubro de 2019 da Tertúlia Tauromáquica Eborense que como habitualmente se realizou na Pousada dos Loios em Évora, desta vez com a ausência justificada do cuidador Nico Mexia de Almeida, mas com Zeca Pereira fazendo a sua substituição na apresentação do convidado.

Como habitualmente foi um agradável jantar de tertúlia.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Um cartaz incompleto

Cartaz-Alcácer do Sal 5.10.2019.png

Há cartazes tauromáquicos mais importantes do que outros porque se referem a corridas de toiros de interesse especial tais como são as comemorativas de datas; de alternativas de toureiros; de homenagem a Chefes de Estado e outras personalidades; de beneficência; de despedidas de toureiros, cabos de forcados, etc.

Esses cartazes são guardados com grande cuidado por aficionados e coleccionadores e muitos são emoldurados e expostos em tertúlias e outros locais visitados por quem gosta de motivos taurinos.

Isto a propósito do Grupo de Forcados Amadores de Montemor comemorar este ano o 80º aniversário da sua Fundação.

Na realidade em 4 de Setembro de 1939 realizou-se um festejo taurino em Montemor-o-Novo, com garraios oferecidos pelo ganadero António Teixeira, de Coruche. A receita da bilheteira foi a favor do Asilo Montemorense de Infância Desvalida e actuaram dois Grupos de Forcados Amadores, um de Évora, comandado por António Vaz Freire e outro de Montemor comandado por Simão Malta.

Esse Grupo de Évora só reapareceu em 1942 e por pouco tempo – cerca de três épocas – mas Simão Malta continuou com o Grupo de Montemor sob o seu comando, tendo ocupado no historial da tauromaquia uma posição de relevo, actuando nas principais praças de toiros e dignificando a figura do forcado amador até 12 de Setembro de 1949.

Assim, no ano do 80º. aniversário da sua Fundação, vai o Grupo de Forcados Amadores de Montemor – comandado por António Vacas de Carvalho – comemorar numa corrida que se realizará no dia 5 de Outubro de 2019 em Alcácer do Sal. Corrida com 8 toiros da ganadaria de Jorge Mendes.

Este é um dos cartazes que muitos aficionados querem certamente guardar e provavelmente alguns serão emoldurados. Mas para se entender em que ano foi realizada esta corrida comemorativa terá que se acrescentar à mão o ano de 2019, porque a empresa da Praça de Alcácer do Sal não teve esse cuidado.

Na realidade não é só um cartaz comemorativo dos 80 anos da fundação do Grupo de Montemor. É também um cartaz onde se assinala que um Grupo de Forcados Amadores irá pegar 8 toiros 8, o que por si só e nos dias de hoje é mais do que um caso raro, por ser um caso raríssimo.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Os animalistas radicais

animalista radial colhido em Carcassone.png

Há quem conteste sem saber o que está a contestar e se passa uma manifestação lá vão eles atrás, com o punho erguido acompanhando com palavras de ordem sem saber exactamente porque gritam e porque ali estão.

Nisso – e talvez por escassa capacidade intelectual – grande parte dos animalistas enquadram-se perfeitamente neste tipo de manifestantes.

Depois alguns mais furiosos fazem diabruras medonhas. como os que em Roterdão, na Holanda, invadiram a pista equestre quando se realizava um concurso de saltos de obstáculos onde decorria o Campeonato da Europa de Equitação. No grupo de manifestantes estava um tal Peter Janssen que gosta muito de aparecer nas televisões a fazer estas maldades, que são muito aplaudidas por gente que detesta também os jardins zoológicos, as touradas, os circos, a pesca, a produção de leite, a criação de gado, etc.

Em Carcosse, França, quando se realizava uma novilhada no passado dia 27 de Agosto, dois animalistas furiosos resolveram saltar à arena quando estava a ser lidado um novilho da ganadaria Miura e com a intenção de prejudicar a lide. Acontece que um deles foi colhido e só não ficou mais maltratado por o novilho ter sido prontamente desviado com lances de capote por um dos bandarilheiros.

Mais uma demonstração da nobreza da Festa.

O contrário seria impossível, porque os animalistas regozijam-se sempre que algum toureiro ou forcado é colhido.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

animalista estúpido salvo em Carcassone.png 

Animalista salvo em Carcassone.png

 

                                           

Anti taurino, animalista, salvo por um toureiro depois de ter sido colhido por um novilho da ganadaria Miura

A pega e a raça

Na Póvoa de Varzim.png

Os aficionados à corrida à portuguesa têm, em geral, a ideia que se hoje existem muitos grupos de forcados, tal não era assim em meados do século passado e há quem afirme que na prática existiam só alguns Grupos de Profissionais, com destaque para o de Lisboa (Adelino de Carvalho) e poucos Grupos Amadores com realce para os de Santarém (Ricardo Rhodes Sérgio), os de Montemor (Joaquim José Capoulas) e os de Lisboa (Nuno Salvação Barreto).

Porém, nos anos 60, vários Grupos de Amadores estavam à disposição das empresas para além dos já indicados, como por exemplo – e só para citar alguns – os Académicos de Montemor (J. Pereira Batista); Académicos de Santarém (Ruy Manuel); Alcochete (Gaspar Penetra - filho); Alenquer (José Castelo Branco); Alentejo (António Galamba de Almeida); Bombarral (Norberto Nicolau); Borda d’Água (Manuel da Cruz); Cascais (José Júlio Costa); Coruche (José Luís); Évora (João Nunes Patinhas); Golegã (Eugénio Augusto Teixeira); Juvenis de Vila Franca (José Carradinhas); Montijo    (Jacinto Carvalheira); Ponte de Lima (Luís Taretas); Portalegre (Luís Saramago); Ribatejo (Chinita de Mira); Saltimbancos (António Lavradio); Tertúlia Tauromáquica do Montijo (Renato Manuel Dias); Viana do Castelo (Isidro Palmeira), etc.

Alguns destes Grupos não terão grande historial e parte deles fizeram pouco mais de que algumas corridas na Praça de Toiros da sua terra e não servindo para dar antiguidade a outros Grupos que se formaram mais tarde e com o mesmo nome.

Em Portugal formar um Grupo de Forcados é relativamente fácil. O difícil é dar-lhe continuidade, por isso muitos Grupos de Forcados Amadores se iniciaram e desapareceram ao fim de algum tempo, mas o pegar toiros tem a ver com a alma e o querer dos portugueses e assim continuará certamente, como referiu o saudoso cronista Leopoldo Nunes em 1965:

“A pega mostra a perene potencialidade da nossa raça”

Manuel Peralta Godinho e Cunha

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Foto:

Toiro da ganadaria de Lima Monteiro pegado pelo Grupo de Forcados Amadores de Évora na Praça de Toiros da Póvoa de Varzim em 1964.

 

 

 

Uma revista taurina – Novo Burladero

Burladero - Agosto 2019.jpg

Em Portugal e presentemente só é existe uma revista taurina mensal e com regularidade há muitos anos e tal só é possível graças há persistência de um aficionado de “primeira água” que se chama João Queiroz.

Destaco algumas frases da revista nº. 365, de Agosto de 2019:

“A nossa Festa é, cada vez mais, uma festinha de famílias, amigos e…conveniências.” – João Queiroz – Burladero do Director

“O touro bravo não é, necessariamente, sinónimo de touro bom. Por vezes estão situados nos antípodas. Depende do prisma por onde se olha.” – David Leandro – Tertúlia “NB”

“A epifania de Tomás revelou-se à cidade de Granada e ao mundo, a todo o universo, Urbi et Orbi.” – Bernardo Patinhas – Crónicas do Burladero

“ A realidade de Santarém demonstrou que a maioria dos nossos empresários não são competentes.” – Luís Toucinho – Os picotazos de…

“ Por fim, saiu um toiro que investiu no toureio a pé, notando-se a alegria do público com tal facto. Pena que o toureiro não tivesse executado o toureio que as nobres e codiciosas investidas do toiro pediam.” – José Paulo Lima – Angra do Heroísmo

“É famoso no mundo das artes. Pintor e desenhador que tem obra vasta e meritória em temas ligados ao campo. Os toiros e principalmente os cavalos Lusitanos, preenchem a maioria dos seus óleos, aguarelas e desenhos magníficos. O seu nome é bem conhecido, é José Serrão de Faria.” – António José Zuzarte – Recordações a Preto e Branco

“O cabo João Pedro Oliveira apenas concretizou à quinta” – Catarina Bexiga – Évora

E é sobre esta crónica da corrida de São Pedro de 2019 em Évora, onde Catarina Bexiga descreve com cuidado e bem as actuações dos cavaleiros João Moura Jr., Francisco Palha e António Prates e a boa presença dos toiros enviados pelo ganadero Joaquim Grave, que poderia ter ser acrescentado, no que diz respeito à pega no 5º. toiro – um “cinqueño” com 635 Kg. – que o cabo reservou para si não obstante ser o toiro mais poderoso e que aparentava ter maiores problemas para a pega de caras e que tendo sido pegado “apenas à quinta tentativa”, João Pedro Nunes Oliveira deu volta à arena e teve uma chamada especial ao centro e escutado “apenas” a maior ovação da corrida. Isto quando o seu Grupo de Évora aceitou uma “encerrona” de 6 Graves 6, quando uma grande parte dos Grupos pegam só dois toiros por corrida. Só essa “encerrona” merecia uma chamada de atenção especial na respectiva crónica. Porque quando um Grupo de Forcados Amadores se dispõe a pegar 6 ou mais toiros numa só corrida deve ter o respeito e menção especial por parte da comunicação taurina.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Guga Oliveira-29.Jun.2019.png

 

 

Tradição e respeito

Praça de toiros de Azpeitia.png

"No se puede reducir a estar a favor o en contra de los toros. Yo reivindico un tercer espacio, basado en que la decisión sobre los toros corresponde a la mayoría social, por lo que no pueden ser prohibidos por un acuerdo municipal".

Eneko Etxeberría

Alcaide de Azpeitia

Assim se refere o Alcaide de Azpeitia, povoação basca que tem cultura e tradição taurina desde 1518 e em cuja Praça de Toiros se recorda com respeito, em todas as corridas, a memória de José Ventura Laka – colhido de morte em Agosto de 1841, quando bandarilhava um toiro na quadrilha de José Ituarte “Zapaterito” – e o público ouve respeitosamente, em todas as corridas, após a lide do terceiro toiro, a música fúnebre executada em sua memória. Um exemplo, inédito, de simbólica recordação a um toureiro falecido naquela Praça há quase 180 anos.

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Que bom que teria sido uma conversa entre o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim com o Alcaide de Azpeitia. Os dois não são aficionados taurinos, mas uma explicação ética deste basco, professor universitário e político responsável pela autarquia de Azpeitia, poderia certamente esclarecer e muito qual a atitude mais adequada de um autarca para com o povo que representa e uma informação apropriada sobre a cultura popular taurina dos povos da Ibéria.

 

Manuel Peralta Godinho e Cunha

            Eneko Etxeberría    

Eneko Etxeberría-alcaide de Azpeitia.png

 

Recordando “Opinion Y Toros”

Pla Ventura.png

Na despedida, após 15 anos de crónicas taurinas em “OpinionyToros.com”, um pequeno extracto desse excelente artigo “Eternamente…Grácias” publicado em 1 de Abril de 2019, onde Pla Ventura se refere, com mágoa, aos políticos de Espanha que não defendem a “Fiesta” e até a atacam.

Com a devida vénia, aqui se transcreve algumas das suas sábias palavras:

“Aquí nos cupo la dicha de defender la fiesta de los toros contra los ataques furibundos que recibíamos y seguimos recibiendo de tantos descerebrados que odian la fiesta de los toros y que para nuestra desdicha ejercen como políticos, todos ellos, con su parcela de poder, el que podían haber utilizado para hacer el bien en todos los órdenes de la sociedad, pero no, en su inmensa mayoría se dedicaron y lo siguen haciendo a la defenestración de nuestra singular fiesta de los toros que, mientras queden aficionados como nosotros siempre les ganaremos la batalla a tanto desaprensivos que, lo peor es que no entienden de toros, lo realmente grave es que no entienden de seres humanos.”

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Curiosamente “Opinion y Toros” que se manteve durante três lustros sob a orientação de Pla Ventira e Antolín Castro encerrou a sua actividade em Abril de 2019, continua a ter visibilidade e pode ser motivo de consulta dos aficionados.

 

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

OpinionyToros.jpg

 

TRANSMISSÕES TAUROMÁQUICAS

Transmissão da RTP.jpg

Decisão ou prepotência?

 

Mensagem que enviei ao Provedor do Espectador da RTP em 8.Jul.2019:

A transmissão da Corrida de Toiros de Tomar pela RTP 1 teve a maior audiência na sexta-feira passada.
A RTP bem poderia aumentar o número de transmissões não só das corridas mas também a inclusão de um programa taurino semanal, tanto mais porque as corridas de toiros são o segundo espectáculo com mais interesse pelo público e logo a seguir ao futebol.”

Resposta que recebi do Provedor em 15.Jul.2019:

"Agradeço a mensagem que nos enviou.
Apesar de lhe interessar, creio que pouco a pouco as touradas deixarão de ser transmitidas pela RTP."
m/cumprimentos,
Jorge Wemans
Provedor do Telespetador"

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Parece uma opinião pessoal de alguém que deveria ser um moderador de espírito aberto, imparcial, tolerante e respeitador das opiniões dos telespectadores.

Tal não se verifica. É fundamental ressaltar que a frieza da resposta é tendenciosa e pouco atenta ao gosto de um largo sector da opinião pública.

Não é isto que se espera do Provedor do Telespectador da Rádio Televisão de Portugal.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

RTP.jpg

 

 

 

 

Lá estão eles no Parlamento Europeu

Novo Burladero-Jul.2019.jpg

“A Europa política, nas passadas eleições para o Parlamento Europeu, deu nova viragem, uma viragem para ideologia ambientalista (…) Portugal elegeu pela primeira vez um deputado do Partido Animais e Natureza, PAN, e com isso confere representatividade deste partido que pouco tem de ambientalista e muito tem de sectarista, radical e fundamentalista, preconiza mentiras que, como diz o povo, repetidas tantas vezes podem até tornar-se verdades.

Este deputado vai juntar-se á família ambientalista, que por mero desconhecimento e ignorância voluntária, insiste em condenar, extinguir e aniquilar, sem sequer pesar as suas consequências. Não me refiro exclusivamente à Tauromaquia, mas também à Caça, sobretudo estas duas actividades e tudo o que as mesmas significam, do ponto de vista económico, histórico cultural e, imagine-se! ambientalista.”

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Este extracto de um excelente artigo de Bernardo Salgueiro Patinhas inserido na revista “Novo Burladero” de Julho de 2019 aborda o caso de um Partido Político que tem assento na Assembleia da República e no Parlamento Europeu e que pretende denegrir sistematicamente parte da cultura portuguesa.

O mundo vê nos ambientalistas uma esperança e oportunidade de correcção dos distúrbios causados pelo homem no planeta, mas a obstinação do PAN situa-se na destruição da tourada e da caça enquanto passeia o cão nos meios urbanos, conspurcando as vias públicas e num desconhecimento completo da ruralidade e com um discurso incendiário contra toureiros, ganaderos e caçadores.

Bem esteve Bernardo Salgueiro Patinhas neste seu artigo intitulado “O vento não se toureia”. Artigo para se ler, reler e guardar.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Bernardo Salgueiro Patinhas.png

Bernardo Salgueiro Patinhas

 

 

Ana Batista - 25 anos depois

Contracapa Arenas.jpg

Faz exactamente 25 anos que a cavaleira Ana Batista se apresentou na Praça Monumental do Campo Pequeno.

Que hoje tenha sorte, porque valor tem.

 

Recordo o texto da contra-capa do meu livro “Arenas”:

Sem a presença trágica a tourada seria também bela, mas onde os artistas se vestiriam num “faz de conta”. Ora o toureiro veste-se a rigor sabendo que pode ser a última vez. Tal não acontece no teatro ou na ópera, onde as cenas serão repetidas na sessão seguinte. No toureio não há duas faenas iguais. No toureio igual é só o perigo de morte.”

 

Ana Batista foi colhida em 6 de Julho de 2019 na corrida de toiros em Coruche tendo sido assistida no Hospital de Santarém e hoje – 5 dias depois – irá apresentar-se na Praça do Campo Pequeno para lidar um toiro da ganadaria de Jorge Carvalho.

Olé Ana Batista!

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Ana Batista-cavaleira.png

 

 

 

 

 

 

 

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