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O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Toiros de Morte

Toureiro.png

Em Portugal nunca houve uma tradição de toiros de morte não obstante algumas tentativas da sua regularização e manutenção em festas regionais sendo excepção o caso de Barrancos.

Assim, a União dos Criadores de Toiros de Lide, que teve Sede na vila da Golegã, apresentou em 1921 uma exposição ao Governo da República, pedindo que fosse permitida a lide à espanhola com toiros de morte nos últimos dois toiros de cada corrida. Essa pretensão não foi aceite.

Mais tarde, em 1930, uma Comissão de Senhoras acompanhadas por José Van-Zeller Pereira Palha e por Bernardo José da Costa de Sousa de Macedo (Mesquitella), foi recebida pelo Presidente do Ministério – general Domingos Augusto Alves da Costa Oliveira – que solicitou ao governo da Ditadura Nacional a criação, em Vila Franca de Xira, de uma zona exclusiva para a realização de corridas de toiros de morte, chamando à atenção do que se passava no sul de França, revertendo as receitas líquidas a favor da Assistência Nacional aos Tuberculosos. Apresentado o pedido ao Conselho de Ministros, não mereceu a sua aprovação.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974 e na confusão completa de ideias e políticas que se seguiram no país, houve tentativas de se implementarem corridas de toiros de morte e com a sua realização em Vila Franca de Xira e Salvaterra de Magos onde, apesar de não terem sido anunciadas como tal, os toiros foram lidados a pé e estoqueados nessas arenas com a aceitação geral do público que encheu as respectivas Praças de Toiros.

 

Luto na tauromaquia

Colhida de Ivan Fandiño-17.06.2017.jpg

 

Faleceu hoje o matador de toiros Ivan Fandiño na Praça francesa de Aire-sur-l’Adour.

Fandiño que já tinha sido premiado com uma orelha pela lide do seu primeiro toiro, foi colhido quando saiu ao quite no toiro de Juan del Alamo. Sofreu uma cornada no pulmão.

O matador basco, de 36 anos, alternava com Juan del Alamo e com Thomas Dufau e lidavam toiros da ganadaria espanhola de Baltazar Ibán.

Paz à sua alma.

Ivan Fandiño.jpg

 

Arles e a aficion francesa

Feira de Arles.jpg

Tem sido a tauromaquia inspiradora de muitos poetas, escritores, escultores, pintores, músicos, bailarinos e cantores numa ligação cultural dos países da Península Ibérica, do sul da França e de várias nações da América Latina.

Assim, para a francesa Feira d’Arles 2017, um cartaz lindo e muito toureiro, invocando o matador espanhol Manolete.

No sul de França o interesse pela tauromaquia é enorme e destaca-se uma cidade a norte da Camarga que se chama Arles e que tem uma Praça de Toiros num antigo circo romano e que é um ex libris da cidade.

Para a Feira d’Arles de 2017, de 14 a 17 de Abril, estão anunciados toiros de ganadarias de prestígio: Herdºs. de García Jiménez, Juan Pedro Domecq, Fermín Bohórquez e Pedraza de Yeltes.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=W9bNikLhiEk

 

 

 

 

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