Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Partebilhas

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

Jantar com Vasco Brito Paes

TTE-Julho2018.jpg

Vasco Brito Paes é um médico veterinário de campo que trabalha para ganaderos de bravo, que gosta do que faz e tem paixão em contribuir com os seus vastos conhecimentos para que nas arenas saiam os toiros de lide que toureiros e aficionados desejam.

E foi o Dr. Vasco Brito Paes que a Tertúlia Tauromáquica Eborense teve como convidado de honra no jantar de Julho de 2018 na Pousada dos Loios em Évora, que dissertou sobre a produção da raça brava, referindo a importância da sanidade animal, os cuidados com a alimentação, a selecção tendo em vista a bravura e demais cuidados de maneio com realce a reprodução e a vantagem económica da ganadaria de bravo estar integrada numa exploração agrícola.

Foi uma bela lição e troca de opiniões interessantes num jantar de tertúlia muito agradável.

-------

Na foto, Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia, apresentando o convidado.

 

Jantar no Real Clube Tauromáquico - TTE

 

Real Clube Tauromáquico Português.gif

 

 

Em 4 de Junho de 2018 realizou-se em Lisboa, no centenário Real Clube Tauromáquico o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Já há algum tempo que havia essa intenção que só agora se concretizou.

Os elementos da Tertúlia foram recebidos por João Bonneville Franco e João Barahona Núncio e durante o jantar houve, como é habitual, conversas relacionadas com a tauromaquia, o ambiente taurino que se vive actualmente em Portugal e algumas explicações sobre este Real Clube que é o clube tauromáquico mais antigo de todo o mundo (126 anos).

Foi um agradável convívio e jantar de aficionados.

 

Real Clube 1.jpg

João Bonneville Franco saudando os convidados 

Uma revista taurina

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

No jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense que se realizou na Pousada dos Loios em 7 de Maio de 2018 esteve presente João Queiroz como convidado de honra e que se fez acompanhar pelo seu colaborador David Leandro

Quando se completam 40 anos sobre o aparecimento da revista Novo Burladero, foi um motivo de satisfação a Tertúlia ter à sua mesa o Director desta conceituada revista taurina.

Nunca em Portugal uma revista exclusivamente taurina teve esta longevidade e tal só acontece devido à enorme aficion, persistência e abnegação de João Queiroz que ao longo destas quatro décadas soube sempre ultrapassar as dificuldades e manter uma publicação mensal destinada a quem gosta e pretende continuar a gostar da Festa Brava

Fazendo parte da nossa cultura e profundamente enraizada nas tradições populares, esta Festa que é ibérica, tem em Portugal características próprias. Assim, enquanto uma publicação com motivos taurinos e que se edite em Espanha, terá sempre a possibilidade de ser vendida nos países da América de língua castelhana e onde se lidam toiros, como é o caso do México, Venezuela, Perú, Colômbia e Equador, uma revista taurina portuguesa tem uma penetração muito mais ténue e limitada quase exclusivamente ao pequeno território de Portugal.

Tal superioridade geográfica e com a corrida de toiros como que um seu ex-libris, permite a Espanha publicar anualmente vários livros e revistas de temas tauromáquicos, enquanto neste lado da península a literatura taurina é escassa e quase inexistente.

Por isso há que louvar todos os que no Novo Burladero colaboraram nestes 40 anos sob a orientação de João Queiroz.

Por isso foi com grande satisfação que a Tertúlia Tauromáquica Eborense teve à sua mesa este cronista que tem dedicado a sua vida à tauromaquia e que mantem com dignidade há quatro décadas o Novo Burladero.

Para ele as nossas saudações taurinas.

 

TTE com João Queiroz.JPG

Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense, com João Queiroz e David Leandro

Jantar de Abril da T.T.Eborense

TTE-9.04.2018.jpg

O jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense que se realizou em 9 de Abril de 2018 – o primeiro tendo Nico Mexia de Almeida como novo cuidador – foi e como habitualmente na Pousada dos Lóios em Évora e teve não um mas dois convidados de honra: o Dr. Manuel Cancela d’Abreu e o Dr. Joaquim Grave.

Muito interessante a palestra sobre os efeitos da alimentação na raça brava, relacionada com a resistência e o esforço do toiro durante a lide. Uma detalhada apresentação pelo Dr. Cancela d’Abreu sobre um assunto tão interessante e que há muito tempo preocupa veterinários, ganaderos, empresários e aficionados, que é a falta de força dos toiros durante as lides e a relação que existe entre a sua alimentação com efeitos no metabolismo do animal e a queda nas arenas. Uma investigação que têm sido feita nesse sentido e que apresenta alguns resultados conclusivos.

A ideia de que a queda dos touros tem a ver com o encaste; a idade; o transporte e o repouso antes da lide; o excessivo peso dos animais; a falta de exercício dos toiros no campo; as lesões musculares; o castigo exagerado durante a sorte de varas, etc., são aspectos mais ou menos discutidos há muito tempo. Porém este assunto relacionado com a alimentação adequada da raça brava, os diversos tipos de concentrados e os cálculos da oportunidade do arraçoamento num equilíbrio nutricional dos animais é um aspecto relativamente recente agora estudado em relação à queda dos toiros durante as lides e que terá certamente muita importância na observação de um dos principais problemas da Festa em que o toiro bravo é a base do espectáculo.

Depois falou o Dr. Joaquim Grave, que já por diversas vezes transmitiu os seus importantes conhecimentos de ganadero e de aficionado nesta Tertúlia e sempre escutado com grande interesse. Porém, desta vez, falou numa sua nova vertente: como organizador e empresário da já tradicional Feira Taurina da Senhora das Candeias. E, para já, com uma importante novidade: ainda não perdeu dinheiro com os espectáculos realizados!

Depois relatou a sua iniciativa relacionada com o início da temporada taurina em Mourão, como tudo começou, como tem sido e como tenciona continuar com uma Feira realizada com muita dedicação e aficion, onde o toureio a pé está sempre presente.

Olé Joaquim Grave!

Belo e interessante jantar. Mais um excelente convívio de aficionados em Évora.

O nosso agradecimento aos dois convidados que contribuíram para um maior enriquecimento taurino de todos os que têm a possibilidade de pertencer a esta Tertúlia Tauromáquica Eborense.

 

 

Observação: José do Rosário Viegas-Maltez foi proposto e aceite por unanimidade como novo membro desta Tertúlia.

 

 

 

TTE em 9.Abr.2018.jpg

Manuel Calejo Pires, Joaquim Grave, Manuel Cancela d'Abreu e Nico Mexia de Almeida

 

Novo cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense

TTE.3.jpg

 

Ontem, 5 de Março de 2018, realizou-se na Pousada Convento de Évora – mais conhecida por Pousada dos Loios – o segundo jantar deste ano, dado que não se efectuou em Fevereiro o habitual jantar mensal por motivo de luto. Luto por alguém que a Tertúlia Tauromáquica Eborense recorda com grande saudade: João António Nunes Patinhas.

Assim, o jantar iniciou-se com um minuto de silêncio por três taurinos falecidos recentemente: João Patinhas, António Manuel Cardoso “Nené” e Manuel Pereira Cipriano “Badajoz”. Minuto de silêncio também em memória de Joaquim Augusto Serrão Fialho falecido há precisamente um ano.

Foi portanto um jantar onde pairou um ambiente de saudade sem convidado especial e onde se recordou que esta é uma Tertúlia com um cunho muito peculiar, sui generis, começando por ninguém saber ao certo a data da fundação, mas que pode ter sido em 1998 ou 1999; por ter funcionando sempre e sem interrupções com um jantar mensal na primeira segunda-feira de cada mês; por não estar registada nem ter corpos sociais; não ter presidente e funcionar assim, bem. Muito bem.

Bem também na escolha dos tertúlianos que são, evidentemente, aficionados tauromáquicos mas cuja admissão é feita por convite e onde há a concordância dos restantes.

Porém, em qualquer circunstância onde haja muitas pessoas haverá sempre a necessidade de alguém que se destaque para orientar, para mandar ou coordenar as ideias, as intenções. Há sempre uma necessidade imperiosa que assim seja, porque a tendência natural de qualquer clube, empresa ou grupo é a desorganização se houver falta de liderança.

No caso da Tertúlia Tauromáquica Eborense essa liderança foi natural, informal, sem eleições ou mandatos durante todos os anos da sua existência e protagonizada por João Patinhas.

A partir de ontem passou a ser de António Mexia de Almeida a quem ficou entregue o futuro próximo da Tertúlia, sem prazo, sem mandato, sem estatutos e sem juramentos. Só com a confiança de todos.

O Nico Mexia passou a ser o novo cuidador da Tertúlia, terá dois colaboradores mais próximo e a confiança de uma Tertúlia de aficionados que só deseja o bem da Festa.

Assim seja!

 

TTE.1.jpg

 

Conceito de Forcado Amador

Tertúlia 4deDez.2017.png

Quem estiver a apreciar a tourada à portuguesa e tiver o mínimo de conhecimento sobre o forcado amador, sabe o que pode esperar do grupo ou grupos que se apresentam em praça e pode rapidamente verificar pela postura se existe ou não algum conceito de ética e saber estar.

Há conceitos que foram passando ao longo dos anos que caracterizam o forcado amador e esses conceitos deverão ser assegurados e transmitidos pelo cabo do grupo aos seus elementos.

Para além da atitude do forcado em praça de forma a dignificar a jaqueta do seu grupo essa dignidade deverá ser mantida fora da praça e para isso os elementos do grupo devem receber os exemplos de conduta que lhes são transmitidos pelo cabo.

Ontem, na Pousada dos Loios em Évora, no jantar de Dezembro de 2017 da Tertúlia Tauromáquica Eborense esteve presente e como Convidado de Honra o Dr. Pedro Coelho dos Reis, cabo do Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, que se referiu a estes assuntos com grande interesse demonstrando o seu cuidado pelos fundamentos da tradição, ética e saber estar do forcado amador e na necessidade de serem preservados esses valores.

Foi uma agradável reunião de aficionados e excelente troca de ideias sobre diversos assuntos relacionados com a tauromaquia em geral e com o conceito do forcado amador em particular.

Tertúlia 4.Dez.2017.jpg

 

 

 

O Leão do Alentejo

José Trincheira - TTE-2017.jpg

Em 1935 nasceu um menino que quis ser toureiro. Terá nascido em Espanha, ou talvez na vila alentejana de Borba nunca o soube bem, nunca lhe explicaram completamente, mas provavelmente em Espanha onde os seus pais trabalhavam sazonalmente no campo, tendo sido registado em Portugal uns dias depois e com o nome de José.

Muito novo foi viver com os pais e irmãos para Vila Viçosa e muito cedo o José começou com a fixa ideia de ser toureiro. Ele que nunca gostou de ir à escola, com todas as dificuldades de um rapazinho oriundo de uma família com escassos recursos, faltava às aulas e preferia apascentar o gado, trabalhar no campo e enfrentar vacas bravas sempre que possível.

Em 1947 e sem ter possibilidade de comprar o bilhete, conseguiu entrar na Praça de Toiros de Vila Viçosa e assistir à corrida onde foi colhido de morte o valoroso matador José González López “Carnicerito de México”. Nunca se esqueceu dessa trágica imagem…O toureiro mexicano gravemente ferido a ser levado para o hospital e a cavaleira peruana Conchita Citrón correndo atrás, preocupada, prevendo o pior.

Aparecia nos “tentaderos” sem ser convidado e uma ou outra vez teve a possibilidade de dar uns passes, com improvisada “muleta” a vacas que ficaram de refugo e que os toureiros convidados não queriam lidar. Fez-se notar.

Foi ao campo durante a noite em algumas ganadarias. A pé e saltando as cercas. Chamou alguns toiros. Provocou. Citou. Voltou a citar. Por sorte os toiros nunca se arrancaram, não vinham à voz e fugiam. Não conseguiu tourear ao luar…

Auxiliado por alguns amigos e principalmente por António Pombeiro, um grande aficionado de Vila Viçosa que o recomendou para a escola de toureio da Golegã do mestre Patrício Cecílio mas onde não foi aceite, tendo tido, algum tempo depois, a possibilidade de seguir para Lisboa para frequentar em 1954 a escola Arena, que era dirigida pelos toureiros Júlio Procópio, Augusto Gomes e Sebastião Saraiva.

Sempre com enormes dificuldades financeiras e com ajuda de algumas pessoas que se cotizavam em Vila Viçosa para lhe custearem as despesas em Lisboa e com a ajuda de uma tia que lhe concedeu alojamento, destacou-se com valor entre todos alunos e conseguiu em Junho de 1955 apresentar-se como aspirante a novilheiro na Praça de Santa Eulália e alcançou enorme êxito. Como novilheiro alternou muito com Amadeu dos Anjos e José Júlio. Apresentou-se pela primeira vez em Espanha na Praça de Olivença em 1956 frente a novilhos da ganadaria de Guardiola. Já com novo apoderado toureou em Sevilha em 1957 e teve um novo êxito. Uniformes crónicas taurinas a reconhecerem-lhe grande valor. Mais um português no toureio a pé, determinado e valentíssimo que aparecia ao lado das principais figuras. Frente a toiros da afamada ganadaria de Pablo Romero e tendo como testemunha Manolo Segura, recebeu a alternativa de matador em Setembro de 1958 em Cáceres, concedida por Cesar Girón. Depois muitos êxitos e colhidas em Espanha e América, teve um grande triunfo na Praça El Toreo no México. Alternou com os melhores matadores de toiros nas principais praças do mundo taurino. Ganhou o respeito dos aficionados, dos toureiros e dos empresários. Novamente em Espanha – onde José Trincheira mais gostava de tourear – foi gravemente colhido na Praça de La Linea del Concepcion em 1959. Admitiram que morria, mas voltou às arenas e sempre com determinação e enorme vontade.

Falou com o tal professor de Vila Viçosa dizendo que precisava do diploma da quarta classe para poder tirar a carta de condução. Explicou que era só para isso. Teve umas explicações apressadas. Fez um exame especial. Só ele. Com ditado e tudo. Passou!

Ganhou dinheiro, muito dinheiro. Auxiliou a família, divertiu-se, namorou muito e voltou a namorar. Comprou um carro blindado e com todos os requisitos que tinha sido na Presidência do Conselho…Um luxo.

-- Do Salazar, carago!

Confirmou a alternativa em Madrid em Agosto de 1966, sendo seu padrinho o matador José Luís Barreto.

Depois de casamento atribulado e demasiadamente prolongado por três anos com uma cantora, o divórcio e várias namoradas, resolveu suspender a vida de toureiro e foi para Angola onde teve diversas actividades mas conseguindo realizar algumas touradas em praças desmontáveis e ganhar muito dinheiro. Voltou a casar.

Com a revolução de 1974 em Lisboa e depois a independência de Angola e a confusão que se seguiu teve que regressar, tal como muitos milhares de retornados, numa situação dificílima. Conseguiu fazer a reaparição como toureiro e em 1976 o chamado “Leão do Alentejo” toureou no Campo Pequeno demonstrando o seu valor e garra e depois em algumas praças desmontáveis em diversos locais do país. O tempo foi passando. A idade era outra. Despediu-se do toureio em 1989.

Um toureiro assim, merecia uma outra despedida e o reconhecimento da aficion. Mas aconteceu simplesmente em praça desmontável, com poucos amigos. Quase esquecido.

Nasceu pobre, foi um homem rico e hoje vive com algumas dificuldades económicas mas feliz na sua actividade de pastor de ovelhas.

Este homem contou estas e outras facetas na sua vida no jantar que se realizou em 6 de Novembro de 2017 na Pousada dos Loios em Évora e foi um enorme prazer a Tertúlia Tauromáquica Eborense o ter recebido como convidado de honra. Excelente!

Quando terminou o jantar e na despedida disse:

-- Telefonei-me quando quiserem e a melhor hora é numa hora qualquer.

Olé José Trincheira! Olé Leão do Alentejo!

T.T.Eborense 6.11.2017.jpg

 

No Monte da Caravela

TTE-M.da Caravela.Out.2017.jpg

No Monte da Caravela

Raramente o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense se realiza fora de Évora e tal só acontece quando há um evento especial e assim foi neste mês de Outubro de 2017.

A convite de Simão Nunes Comenda o jantar realizou-se ontem na Monte da Caravela, em Montemor-o-Novo.

Excelente convívio de aficionados, um óptimo jantar com quase todos os elementos da Tertúlia, em animadas conversas taurinas, que se prolongou pela noite e sempre com o extraordinário acolhimento e simpatia do anfitrião. Uma noite de ambiente taurino a não esquecer.

Simão Comenda recordou diversos momentos da sua vida. Interessantes momentos passados nas arenas e também na sua casa agrícola. Excelentes recordações de uma vida taurina e de lavoura.

Foram também analisadas as propostas de alguns dos presentes para fazerem parte desta Tertúlia os seguintes aficionados: Luís Miguel da Veiga, João Maria Roque dos Santos, Diamantino Sarrabulho e Manuel Cabral da Silveira. Admitidos por unanimidade.

O próximo jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense será em Novembro e como é habitual em Évora e na Pousada dos Loios.

TTE.Monte Caravela.Out.2017.JPG

 

 

Terceira - A aficionada

 

Tert.Tauromáquica Eborense - Ilha Tercerira.JPG

Elementos da Tertúlia Tauromáquica Eborense na viagem que fizeram durante as Sanjoaninas 2017 à aficionada Ilha Terceira para assistirem a duas corridas de toiros e visitarem as afamadas ganadarias da Casa Agrícola  José Albino Fernandes e de Rego Botelho e conhecerem as belas instalações da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.

Zona de Lazer N.Senhora da Ajuda-Angra do Heroismo

 

 

 

Os motivos taurinos encontram-se com facilidade na Terceira e os aficionados da Tertúlia Tauromáquica Eborense ficaram agradavelmente surpreendidos em vários locais da ilha, como aconteceu quando visitaram a Zona de Lazer de Nossa Senhora da Ajuda, no concelho de Angra do Heroísmo, num projecto que tem vindo a ser realizado por influência do padre João de Brito e que inclui, para além de um miradouro, um excelente parque de estacionamento para muitas viaturas, fornos de lenha, mesas para piquenique, instalações sanitárias e uma bela praça de tentas onde se realizam “tentaderos públicos” que podem ser vistos num anfiteatro para mais de 2.000 pessoas interessadas na tauromaquia.

 

 

DSCF1147.JPG

 Olé Ilha Terceira!

Ilha Terceira-ganadaria de bravo.jpg

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D