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O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.

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Tertúlia Tauromáquica Eborense – Março de 2019

Tertúlia T. Eborense-11.03.2019.jpg

Manuel Rovisco Pais, Luís Fernando Carvalho, Nico Mexia de Almeida e Sebastião Ortigão Costa

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Jantar de Março de 2019

Em 11 de Março realizou-se e como é habitual na Pousada dos Loios em Évora o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense tendo como convidados especiais Luís Fernando Carvalho e Manuel Rovisco Pais que se fizeram acompanhar por Sebastião Ortigão Costa.

Os convidados, responsáveis pela realização do Festival Taurino de Vila Boim, no concelho de Elvas, explicaram a origem deste evento que já se realiza há 10 anos, das dificuldades que anualmente tem sido ultrapassadas e do empenho taurino de diversos colaboradores, nomeadamente do ganadero Sebastião Ortigão Costa, que têm permitido que o Festival se mantenha com dignidade no calendário taurino português.

Neste agradável jantar de convívio e tertúlia esteve também presente Antonio Pullin, grande aficionado da Guatemala e amigo de Portugal.

 

Tertúlia Tauromáquica Eborense- Antonio Pullin-1

Antonio Pullin, da Guatemala, discursando no jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense

 

Grupo de Évora

 

Tertúlia T.E. 7.01.2019.png

 

Realizou-se em 7 de Janeiro de 2019, e como habitualmente na Pousada dos Loios, o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense e desta vez de homenagem ao Grupo de Forcados Amadores de Évora que em 2018 completou 55 anos ininterruptos na nobre arte de pegar toiros.

Assim e como convidado de honra esteve presente o actual cabo João Pedro Nunes Oliveira e que se fez acompanhar pelos antigos cabos João Pedro Soares Oliveira e António Vaz Freire Alfacinha que deram os seus testemunhos recordando diversos momentos do interessante Historial de um Grupo que pela primeira vez se apresentou ao público em 11 de Agosto de 1963 e sob o comando de João Nunes Patinhas e que ao longo destes 55 anos honrou a Tauromaquia Portuguesa, o Forcado Amador e divulgou a cidade de Évora em todas as Praça de Toiros portuguesas e em muitas outras no estrangeiro.

Foi mais um agradável jantar de uma Tertúlia de amigos aficionados e que desejam continuar a defender a tauromaquia.

Tertúlia Tauromáquica Eborense.jpg

 

 

El Juli em Évora

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

Foi com enorme satisfação que a Tertúlia Tauromáquica Eborense recebeu na Pousada dos Loios – a que o Grupo Pestana teimosamente chama agora Pousada do Convento de Évora – uma figura do toureio: Julián López Escobar “El Juli”.

Sim foi El Juli o convidado de honra em 10 de Dezembro, no último jantar de 2018 desta Tertúlia de amigos e aficionados.

Todos os jantares da Tertúlia são motivo de conversas e trocas de opiniões relacionadas com a Festa, mas este teve o especial motivo de termos à nossa mesa alguém que é figura do toureio e matador de toiros há mais de 20 anos e que foi “apresentado” por Joaquim Grave, que nestas suas conversas taurinas tem um “temple” que é uma delícia para quem o ouve. E assim foi, Joaquim Grave disse de Julián López o que já sabíamos mas que ficámos a saber melhor: El Juli mistura e bem a arte, o saber, a valentia e a entrega a uma profissão que o apaixona.

Do convidado ficámos também com a agradável certeza de que é um bom conversador e grande aficionado que relatou diversos factos da sua vida como matador de toiros e também das dificuldades de ser ganadero.

Do que disse ficou na nossa memória a elevação de se referir com respeito a outros toureiros, nomeadamente ao jovem Andrés Roca Rey.

Também El Juli referiu a importância da falta de comunicação, dos responsáveis da Festa e dos aficionados em geral, quase sempre ausente nas notícias nas televisões e que não se entende como, por exemplo, durante a “Isidrada” em que em dias seguidos se realizam mais de 30 corridas de toiros na Praça de Las ventas em Madrid, com médias de 20.000 espectadores por corrida e as televisões generalistas espanholas não passam qualquer notícia taurina. Isto na pátria do toureio a pé…

Interessante também a sua ideia de que o toureio não deve ser conotado com os políticos de direita espanhola, porque a Festa é transversal a todo o povo e não será bom querer encostar ou ligar a tauromaquia a Partidos políticos. A tauromaquia é muito mais do que isso.

Enfim, um excelente jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense a encerrar o primeiro ano em que Nico Mexia de Almeida é o “cuidador”.

Tertúlia T.Eborense-10.12.2018.jpg

Miguel Moreno Pidal, Joaquim Grave, El Juli, Nico Mexia de Almeida

e Luís Miguel da Veiga

Jantar com Vasco Brito Paes

TTE-Julho2018.jpg

Vasco Brito Paes é um médico veterinário de campo que trabalha para ganaderos de bravo, que gosta do que faz e tem paixão em contribuir com os seus vastos conhecimentos para que nas arenas saiam os toiros de lide que toureiros e aficionados desejam.

E foi o Dr. Vasco Brito Paes que a Tertúlia Tauromáquica Eborense teve como convidado de honra no jantar de Julho de 2018 na Pousada dos Loios em Évora, que dissertou sobre a produção da raça brava, referindo a importância da sanidade animal, os cuidados com a alimentação, a selecção tendo em vista a bravura e demais cuidados de maneio com realce a reprodução e a vantagem económica da ganadaria de bravo estar integrada numa exploração agrícola.

Foi uma bela lição e troca de opiniões interessantes num jantar de tertúlia muito agradável.

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Na foto, Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia, apresentando o convidado.

 

Jantar no Real Clube Tauromáquico - TTE

 

Real Clube Tauromáquico Português.gif

 

 

Em 4 de Junho de 2018 realizou-se em Lisboa, no centenário Real Clube Tauromáquico o jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense.

Já há algum tempo que havia essa intenção que só agora se concretizou.

Os elementos da Tertúlia foram recebidos por João Bonneville Franco e João Barahona Núncio e durante o jantar houve, como é habitual, conversas relacionadas com a tauromaquia, o ambiente taurino que se vive actualmente em Portugal e algumas explicações sobre este Real Clube que é o clube tauromáquico mais antigo de todo o mundo (126 anos).

Foi um agradável convívio e jantar de aficionados.

 

Real Clube 1.jpg

João Bonneville Franco saudando os convidados 

Uma revista taurina

Emblema da Tertúlia Tauromáquica Eborense.png

 

No jantar da Tertúlia Tauromáquica Eborense que se realizou na Pousada dos Loios em 7 de Maio de 2018 esteve presente João Queiroz como convidado de honra e que se fez acompanhar pelo seu colaborador David Leandro

Quando se completam 40 anos sobre o aparecimento da revista Novo Burladero, foi um motivo de satisfação a Tertúlia ter à sua mesa o Director desta conceituada revista taurina.

Nunca em Portugal uma revista exclusivamente taurina teve esta longevidade e tal só acontece devido à enorme aficion, persistência e abnegação de João Queiroz que ao longo destas quatro décadas soube sempre ultrapassar as dificuldades e manter uma publicação mensal destinada a quem gosta e pretende continuar a gostar da Festa Brava

Fazendo parte da nossa cultura e profundamente enraizada nas tradições populares, esta Festa que é ibérica, tem em Portugal características próprias. Assim, enquanto uma publicação com motivos taurinos e que se edite em Espanha, terá sempre a possibilidade de ser vendida nos países da América de língua castelhana e onde se lidam toiros, como é o caso do México, Venezuela, Perú, Colômbia e Equador, uma revista taurina portuguesa tem uma penetração muito mais ténue e limitada quase exclusivamente ao pequeno território de Portugal.

Tal superioridade geográfica e com a corrida de toiros como que um seu ex-libris, permite a Espanha publicar anualmente vários livros e revistas de temas tauromáquicos, enquanto neste lado da península a literatura taurina é escassa e quase inexistente.

Por isso há que louvar todos os que no Novo Burladero colaboraram nestes 40 anos sob a orientação de João Queiroz.

Por isso foi com grande satisfação que a Tertúlia Tauromáquica Eborense teve à sua mesa este cronista que tem dedicado a sua vida à tauromaquia e que mantem com dignidade há quatro décadas o Novo Burladero.

Para ele as nossas saudações taurinas.

 

TTE com João Queiroz.JPG

Nico Mexia de Almeida, cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense, com João Queiroz e David Leandro

Jantar de Abril da T.T.Eborense

TTE-9.04.2018.jpg

O jantar mensal da Tertúlia Tauromáquica Eborense que se realizou em 9 de Abril de 2018 – o primeiro tendo Nico Mexia de Almeida como novo cuidador – foi e como habitualmente na Pousada dos Lóios em Évora e teve não um mas dois convidados de honra: o Dr. Manuel Cancela d’Abreu e o Dr. Joaquim Grave.

Muito interessante a palestra sobre os efeitos da alimentação na raça brava, relacionada com a resistência e o esforço do toiro durante a lide. Uma detalhada apresentação pelo Dr. Cancela d’Abreu sobre um assunto tão interessante e que há muito tempo preocupa veterinários, ganaderos, empresários e aficionados, que é a falta de força dos toiros durante as lides e a relação que existe entre a sua alimentação com efeitos no metabolismo do animal e a queda nas arenas. Uma investigação que têm sido feita nesse sentido e que apresenta alguns resultados conclusivos.

A ideia de que a queda dos touros tem a ver com o encaste; a idade; o transporte e o repouso antes da lide; o excessivo peso dos animais; a falta de exercício dos toiros no campo; as lesões musculares; o castigo exagerado durante a sorte de varas, etc., são aspectos mais ou menos discutidos há muito tempo. Porém este assunto relacionado com a alimentação adequada da raça brava, os diversos tipos de concentrados e os cálculos da oportunidade do arraçoamento num equilíbrio nutricional dos animais é um aspecto relativamente recente agora estudado em relação à queda dos toiros durante as lides e que terá certamente muita importância na observação de um dos principais problemas da Festa em que o toiro bravo é a base do espectáculo.

Depois falou o Dr. Joaquim Grave, que já por diversas vezes transmitiu os seus importantes conhecimentos de ganadero e de aficionado nesta Tertúlia e sempre escutado com grande interesse. Porém, desta vez, falou numa sua nova vertente: como organizador e empresário da já tradicional Feira Taurina da Senhora das Candeias. E, para já, com uma importante novidade: ainda não perdeu dinheiro com os espectáculos realizados!

Depois relatou a sua iniciativa relacionada com o início da temporada taurina em Mourão, como tudo começou, como tem sido e como tenciona continuar com uma Feira realizada com muita dedicação e aficion, onde o toureio a pé está sempre presente.

Olé Joaquim Grave!

Belo e interessante jantar. Mais um excelente convívio de aficionados em Évora.

O nosso agradecimento aos dois convidados que contribuíram para um maior enriquecimento taurino de todos os que têm a possibilidade de pertencer a esta Tertúlia Tauromáquica Eborense.

 

 

Observação: José do Rosário Viegas-Maltez foi proposto e aceite por unanimidade como novo membro desta Tertúlia.

 

 

 

TTE em 9.Abr.2018.jpg

Manuel Calejo Pires, Joaquim Grave, Manuel Cancela d'Abreu e Nico Mexia de Almeida

 

Novo cuidador da Tertúlia Tauromáquica Eborense

TTE.3.jpg

 

Ontem, 5 de Março de 2018, realizou-se na Pousada Convento de Évora – mais conhecida por Pousada dos Loios – o segundo jantar deste ano, dado que não se efectuou em Fevereiro o habitual jantar mensal por motivo de luto. Luto por alguém que a Tertúlia Tauromáquica Eborense recorda com grande saudade: João António Nunes Patinhas.

Assim, o jantar iniciou-se com um minuto de silêncio por três taurinos falecidos recentemente: João Patinhas, António Manuel Cardoso “Nené” e Manuel Pereira Cipriano “Badajoz”. Minuto de silêncio também em memória de Joaquim Augusto Serrão Fialho falecido há precisamente um ano.

Foi portanto um jantar onde pairou um ambiente de saudade sem convidado especial e onde se recordou que esta é uma Tertúlia com um cunho muito peculiar, sui generis, começando por ninguém saber ao certo a data da fundação, mas que pode ter sido em 1998 ou 1999; por ter funcionando sempre e sem interrupções com um jantar mensal na primeira segunda-feira de cada mês; por não estar registada nem ter corpos sociais; não ter presidente e funcionar assim, bem. Muito bem.

Bem também na escolha dos tertúlianos que são, evidentemente, aficionados tauromáquicos mas cuja admissão é feita por convite e onde há a concordância dos restantes.

Porém, em qualquer circunstância onde haja muitas pessoas haverá sempre a necessidade de alguém que se destaque para orientar, para mandar ou coordenar as ideias, as intenções. Há sempre uma necessidade imperiosa que assim seja, porque a tendência natural de qualquer clube, empresa ou grupo é a desorganização se houver falta de liderança.

No caso da Tertúlia Tauromáquica Eborense essa liderança foi natural, informal, sem eleições ou mandatos durante todos os anos da sua existência e protagonizada por João Patinhas.

A partir de ontem passou a ser de António Mexia de Almeida a quem ficou entregue o futuro próximo da Tertúlia, sem prazo, sem mandato, sem estatutos e sem juramentos. Só com a confiança de todos.

O Nico Mexia passou a ser o novo cuidador da Tertúlia, terá dois colaboradores mais próximo e a confiança de uma Tertúlia de aficionados que só deseja o bem da Festa.

Assim seja!

 

TTE.1.jpg

 

Conceito de Forcado Amador

Tertúlia 4deDez.2017.png

Quem estiver a apreciar a tourada à portuguesa e tiver o mínimo de conhecimento sobre o forcado amador, sabe o que pode esperar do grupo ou grupos que se apresentam em praça e pode rapidamente verificar pela postura se existe ou não algum conceito de ética e saber estar.

Há conceitos que foram passando ao longo dos anos que caracterizam o forcado amador e esses conceitos deverão ser assegurados e transmitidos pelo cabo do grupo aos seus elementos.

Para além da atitude do forcado em praça de forma a dignificar a jaqueta do seu grupo essa dignidade deverá ser mantida fora da praça e para isso os elementos do grupo devem receber os exemplos de conduta que lhes são transmitidos pelo cabo.

Ontem, na Pousada dos Loios em Évora, no jantar de Dezembro de 2017 da Tertúlia Tauromáquica Eborense esteve presente e como Convidado de Honra o Dr. Pedro Coelho dos Reis, cabo do Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, que se referiu a estes assuntos com grande interesse demonstrando o seu cuidado pelos fundamentos da tradição, ética e saber estar do forcado amador e na necessidade de serem preservados esses valores.

Foi uma agradável reunião de aficionados e excelente troca de ideias sobre diversos assuntos relacionados com a tauromaquia em geral e com o conceito do forcado amador em particular.

Tertúlia 4.Dez.2017.jpg

 

 

 

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