O conteúdo deste blogue é da responsabilidade de MANUEL PERALTA GODINHO E CUNHA e pode ser reproduzido noutros sítios que não pertençam ao autor porque o importante é a divulgação da tauromaquia.
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Os acordes do Hino da Maria da Fonte fazem parte da tradição e dos rituais das corridas de toiros em Portugal e a banda da música deve manter essa tradição, que não deve estar ao critério do maestro.
Repito: não deve estar ao critério do maestro!
Tal não aconteceu hoje na Corrida Concurso de Ganadarias, como já se repetiu na Arena d’Évora em corridas anteriores com esta mesma banda da música.
Sobre este assunto faço minhas as palavras do meu Amigo e grande aficionado coronel José Henriques:
“Acho que deve tocar. Até porque, a razão ancestral de se tocar dos acordes da Maria da Fonte, é para dizer ao Presidente da Corrida, logo que ele entra, que quem manda no espectáculo é o povo que assiste e paga. E isto começou ainda em tempo da Senhora Dona Maria II, ilustríssima Rainha de Portugal, quando as Corridas de Toiros proibidas pela Constituição de 1838, elaborada pelos Setembristas, a esquerda de então, voltaram a ser autorizadas para evitar uma gravíssima alteração de Ordem Pública no País.”
Ora bem…
Manuel Peralta Godinho e Cunha
Maio de 2024
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No reinado de Dona Maria II, durante o consulado do ministro Passos Manoel , da esquerda liberal do movimento “vintista” e líder dos “setembrista”, as corridas de toiros foram proibidas no reino. Proibição que durou 9 meses e abolida por determinaçãopopular. Quando voltaram a ser permitidas, ouve-se o Hino da Maria da Fonte nas praças de toiros – quando entra o director da corrida – como expressão da vontade popular e contra os anti-taurinos.